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quarta-feira, 4 de abril de 2012

OBRAS DO PAC ÉVERGONHA DE NORTE A SUL DO PAÍS



Velho Porto: A cidade de Obras inacabadas – PARTE I



Qualquer pessoa que não queira ser taxada de boba ou diagnosticada com a famosa “Síndrome de Idiotia” é capaz de deduzir, perceber e até se revoltar com algumas obras de nossa querida cidade.

Em uma visita ao Complexo Ferroviário da Madeira Mamoré, é triste se não fosse cômico, o Museu fechado (segundo o órgão responsável) para manutenção e reformas. Os antigos galpões foram cercados e destelhados, e isso já se passou mais de 14 meses desde o inicio dessa bendita “reforma”.

Não há como culpar de imediato a Fundação responsável pela organização das festividades comemorativas ao Centenário de Inauguração da tão famosa ferrovia construída em meio a floresta, e foi considerada uma das mais importantes obras da época.

A verdade que nessa “política do empurra-empurra”, a União fez como Pilatos fez com Cristo, lavou as mãos da responsabilidade com este tão importante Patrimônio Histórico Brasileiro, e jogou a responsabilidade para o Estado que jogou para o Município.

Nesse vai e vem, perdemos a oportunidade de desenvolver nosso potencial latente do Turismo, quanto poderíamos arrecadar com curtos passeios pela Madeira Mamoré, Nossa querida e histórica Igreja de Santo Antonio, que no próximo ano também completa seus 100 anos!  Será que ela resistirá frente ao dinheiro das compensações da Usina?

Nessas “comemorações” o que tenho visto é o empenho de um querido colega e guerreiro, pesquisador da História Regional, que com afinco tem visitado as Escolas Públicas e Particulares de nossa cidade, com uma Palestra Maravilhosa, para que essas festividades não passassem despercebidas.

Outra obra que nunca entendi foi à construção de uma Ciclovia que ligava o nada a lugar nenhum. É só percorrer a Estrada de Santo Antônio, que vemos ou digo nunca você verá uma alma penada, passeando pela mesma, entretanto na atualidade a mesma encontra-se em total abandono, nem os mais entusiastas das pedaladas ou caminhadas, se arriscaria em passear pela tão abandonada obra.

Ainda queria saber onde esses engenheiros de tráfego dessa maravilhosa cidade conseguiram ou adquiriram seus canudos. Nosso trânsito é um verdadeiro caos.

Uma obra que foi na época de sua inauguração a realização de uma comunidade toda, falo da Av. Alexandre Guimarães, que tirou aquele povo do abandono, no governo do saudoso Chiquilito Erse, foi bloqueada e sua saída para a BR, rumo aos bairros  da Zona Leste é muito complicada. Talvez quando sair os nossos tão esperados viadutos a coisa mude.

É esperar  e pagar pra ver... Os convido para sentarem, para que não cansem!!!!!!

Valdeci Ribeiro, leciona Filosofia em Porto Velho.




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