Tratar Presos com mais rigor?

sexta-feira, 23 de março de 2012

IMA NOS TRILHOS



Demos início no Instituto Maria Auxiliadora as atividades em homenagem aos 100 anos de Inauguração da Ferrovia Madeira Mamoré, com uma visita aos prédios históricos no Centro de Porto Velho e uma visita ao Complexo Ferroviário.
No Sábado dia 17-03 continuamos com uma palestra no auditório da escola com a presença do historiador Anisio Gorayeb, que muito tem contribuído com as escolas públicas e particulares de nossa capital, com sua excelente aula sobre a IMPORTANCIA DA EFMM.
Dia 05 de Maio está previsto a CAMINHADA pelos trilhos da Madeira Mamoré com alunos do Ensino Médio do Instituto. AGUARDEM!!!!!!!

terça-feira, 20 de março de 2012

100 ANOS DA MADEIRA MAMORÉ: Palestras do Historiador Anisio Gorayeb



Neste ano de 2012 a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré completa o seu primeiro centenário a partir do ano de sua inauguração.

De lá até hoje se passaram 100 anos de muita história, que por sua vez não foi muito boa, mas sim com muitas tristezas, principalmente porque quando a ferrovia foi concluída a mesma já não tinha tanta importância como teria num passado ainda mais distante, bem como o complexo da ferroviário na sua história recente esteve perecendo por décadas mediante a inércia e desinteresse das autoridades brasileiras.
Neste dia 21 de Março de 2012 acontecerá no Instituto Maria Auxiliadora-IMA em Porto Velho, uma das centenas de palestras  proferidas pelo Economista, Historiador e Entusiasta da História de Rondônia Sr. Anisio Gorayeb. As palestras sobre o Centenário da EFMM começou pelas escolas públicas de nosso Estado.
No dia 17 de Março no Sábado, Anisio esteve juntamente com este professor que vos escreve e prof. Jessy da Escola Terra Nova, em visitação aos prédios tombados pelo Patrimônio Historico de nosso Estado.
Nossos agradecimentos ao celebre historiador e vivenciador da celebre historia regional.

* Leciona História Geral e Regional no Instituto Maria Auxiliadora;  História Geral, Sociologia e Filosofia na Rede Pública Estadual.

quinta-feira, 15 de março de 2012

NO PAÍS DA POLITICAGEM

Ê lugarzinho de tanta politicagem é nosso país,
Por causa da politica,
Tem burro mandando em sábios,
Demagogos em lugares de mestres...
Quem sofre é o povo,
Pela falta de qualidade nas ações públicas,
Apadrinhamentos e sabotagens
Fazem a da Ética
Uma amontoado de leis sem sentido!!!!!

terça-feira, 13 de março de 2012

ADEUS AO IMPÉRIALISMO NA CBF







Será que vai deixar saudades o legado deixado por este senhor? que por 23 anos conduziu de maneira autoritária a maior instituição esportiva do nosso País?
Em Rondônia os males deixados foram estrondozos, nomeação de parentes para a nossa Federação, que hoje tem um dos campeonatos mais fracos da Região Norte do Brasil!!!!!

Alguém se habilita a fazer a limpeza?

O QUE SE DEVE DIZER AO SEU LÍDER...


Muitos dos artigos que são publicados sobre liderança falam sobre os atributos e as competências que o líder deve ter para ser excelente com as pessoas com quem trabalha. Aliás, os especialistas e os pesquisadores no assunto quando estudam sobre tais competências as valorizam tanto que somos capazes de querer ser liderados por super-herois e não por líderes verdadeiramente humanos.
A maioria das pessoas que são lideradas sabe muito bem quais são as características de um líder excepcional. Entrevistamos aproximadamente 800 pessoas que trabalham em diversas organizações, reportando a líderes com diversas características e a maioria tem ideias próprias e coerentes sobre quais são os atributos de um líder excepcional.
Quando as empresas investem significativamente no desenvolvimento de competências de liderança (o que é imprescindível) as expectativas dos liderados elevam-se mais e mais e as pessoas ficam mais críticas e exigem do líder atuações coerentes com as formas preconizadas de desenvolvimento do potencial de liderança empregadas. Assim sendo, os subordinados têm a obrigação de dizer ao seu líder o que talvez ele não queira ouvir - mesmo que isso signifique um preço institucional a pagar.
É inevitável que em empresas de egos inflados, como muitas, sejam estudados os comportamentos dos líderes e dos liderados, ao analisar o porquê dos sucessos ou fracassos das organizações. Como pesquisador e formador de líderes tendo a olhar os homens e as mulheres que trabalham no alto escalão sobre como eles alcançam, ou não, a saúde de uma organização. Porém, quanto mais estudo o comportamento dos líderes eficazes, mais me convenço da importância e da necessidade dos colaboradores eficazes.
Penso que a característica mais importante de um colaborador seja a disposição de dizer a verdade. Estamos diante de desafios mais complexos, os líderes estão cada vez mais dependentes dos seus subordinados para receber informações de qualidade. Colaboradores que dizem o que deve ser dito e líderes que escutam podem formar uma sinergia fantástica.
Conheci um executivo que diante de péssimos resultados e colecionando alguns fracassos reuniu o seu pessoal e perguntou: "Quero que vocês me digam agora o que exatamente tenho feito de errado com a empresa, mesmo que com isso vocês percam seus empregos". O leitor percebeu a necessidade do executivo de contar com profissionais capazes de dizer a verdade.
A diversidade é benéfica para as organizações. Líderes excelentes não querem um time de pessoas que se pareçam ou pensem como eles mesmos. Procuram bons profissionais de perfis diferentes e estimulam a dizer o que pensam e o que sentem, nem que seja para discordar e até contrariar.
Líderes que estimulam uma discussão construtiva tomam melhores decisões. Em trabalhos recentes com a construção de planos anuais estratégicos os profissionais no momento de fazer as previsões de vendas e fornecer fatos e dados financeiros perceberam que quanto maior a dissensão inicial entre os membros do time, mais exatos foram os resultados. Com maior discordância, as pessoas são levadas a avaliar uma gama mais fértil de possibilidades.
Tanto os colaborados como os líderes compreendem a importância de falar com franqueza. Porém, o mais importante é estimular constantemente essa prática. Mesmo estando em uma democracia, em que a única ameaça é ser mandando embora, é difícil discordar da pessoa que é o seu chefe.
Líderes excelentes recompensam a dissensão, além de encorajá-la, pois sabem que o desconforto momentâneo de escutar que estão errados vale à pena porque aumenta sua capacidade de tomar boas decisões.
Mas o que o colaborador ganha com isso? Talvez ele coloque o seu emprego na "boca do tiro" ao dizer o que deve ser dito. Mas vamos avaliar o preço pago por ficar em silêncio. Que emprego vale o custo invisível psicológico de seguir um líder que valoriza a lealdade em seu sentido mais limitado?
O problema de tudo isso é que o subordinado disposto a dizer o que pensa demonstra claramente o tipo de iniciativa que é a difícil arte de liderar.

sexta-feira, 9 de março de 2012

CAMARA MUNICIPAL DE PORTO VELHO: 1969 à 1991


A atual Câmara Municipal de Porto Velha, instituída pelo Decreto-Lei n° 411, de 8 de Janeiro de 1969, foi instalada no Salão Nobre da Escola Normal “Carmela Dutra”. Presidiu  a instalação o Juiz Francisco César Soares Montenegro, atual Desembargador aposentado, e Cidadão Honorário de Porto Velho, título outorgado pela Câmara Municipal em 2 de setembro de 1977.

O primeiro Presidente da Câmara foi o Vereador Anísio Gorayeb, da então ARENA.
As duas bancadas constavam dos seguintes Vereadores:



ARENA – Anísio Gorayeb, Antonio Leite da Fonseca e Castro Filho, José Saleh Morheb, Dionísio Xavier da Silveira, Antonio Serpa do Amaral e Edgar Lobo de Vasconcelos que foi substituído no período de 14.01.71 a 01.08.71 pelo suplente Joaquim Alves de Moraes, e Edgar Monteiro Brasil que renunciou e foi substituído pelo suplente João Bento da Costa.

MDB – Francisco das Chagas Teixeira, Joventino Ferreira Filho e Inácio Mendes da Silva.
O Vereador Anísio Gorayeb ao renunciar o mandato foi substituído na presidência pelo vice José Saleh Morheb. A Câmara, durante a sua primeira legislatura, funcionou em sala do Palácio “31 de Março”, da Prefeitura.


Durante a 1ª Legislatura houve uma cassação, pela Câmara. O Vereador Edgar Lobo de Vasconcelos perdeu o mandato, mas foi reintegrado por decisão da Justiça.

A 2ª Legislatura foi instalada em 31 de Janeiro de 1973, sob a presidência de Antonio Serpa do Amaral. Na segunda eleição para a Câmara Municipal de Porto Velho foram eleitos:
MDB – Clóter Saldanha Mota, Osmar Costa de Vilhena, Luiz Lessa Lima, Abelardo Townes de Castro Filho e Paulo Struthos Filho.

ARENA – Dílson Machado Fernandes, Amizael Gomes da Silva, Antonio Leite da Fonseca e Castro Filho e João Bento da Costa. O Vereador Osmar Costa de Vilhena, o mais votado do MDB, perdeu o mandato por infidelidade partidária e foi substituído em 10.11.75 pelo suplente Joventino Ferreira Filho. Na ARENA também houve modificações, o Vereador Dílson Machado Fernandes que recebeu a maior votação do seu partido, renunciou para ser nomeado Chefe de Gabinete do Governador, entrando em sua vaga o suplente Eduardo Lima e Silva que também, em 14 de setembro de 1976, saiu para exercer cargo no executivo municipal, sendo substituído pelo suplente Antonio Nogueira da Silva Filho. Outro que afastou-se para ir exercer o cargo de Chefe de Gabinete do Prefeito, foi Amizael Gomes da Silva, sendo substituído pelo suplente José Saleh Morheb.


A 3ª Legislatura foi instalada em 31.01.77, tendo presidido os trabalhos a Vereadora Marise Magalhães Costa Castiel. Os Vereadores eleitos foram esses:
MDB – Abelardo Townes Castro Filho, João Dias Vieira, João Gonzaga, Noé Inácio dos Santos, Clóter Saldanha Mota, Paulo Struthos Filho, José Itamar Moreira Dantas e José Viana dos Santos.

ARENA -  Antonio Leite da Fonseca e Castro Filho, Osmar de Oliveira Costa, Luiz Cabral de Souza, Marise Magalhães Costa Castiel, Nunoi Utsumi e João bento da Costa.
Logo no início da terceira Legislatura perdeu o mandato o Vereador Nunoi Utsumi , por ter sido nomeado prefeito do município de Ji-Paraná, entrando na vaga o suplente Amizael Gomes da Silva.

A Câmara iniciou as suas atividades composta de 9 Vereadores e este número prevaleceu também durante a segunda legislatura. Na terceira o  número de vereadores foi elevado para 14 e na quarta, para 17.
Com a transformação do antigo Território em Estado e realização da 1ª eleição em 1982, vários vereadores disputaram outras áreas e apenas um vereador da legislatura anterior – Antonio Leite da Fonseca e Castro Filho, do PDS, disputou a reeleição para a Câmara de Porto Velho
, sem lograr sucesso. A renovação no legislativo municipal portovelhense foi total.


A 4ª Legislatura foi instalada dia 1° de março de 1983, sendo as duas bancadas assim compostas:


PMDB – Daniel Soares do Nascimento, Elizabeth Maria Esteves Badocha, José Waldir Almeida Galvão, José Alves Vieira Guedes, Odaísa Fernandes Ferreira, Raquel Cândido e Silva e Vivaldo Garcia.

PDS – Assis dos Anjos Souza, José Afonso Florêncio, João Paulo das Virgens Lima, José Campelo Alexandre, João Batista Coelho de Oliveira, Lucindo José Quintans, José Álvaro Costa, Marlene Carneiro Gorayeb Baleeiro, Sidrônio Timóteo e Silva e Waldemar Pires Marinho.
Para Presidente da Mesa Diretora foi eleito o Vereador Sidrônio Timóteo e Silva que foi o mais votado do seu partido, tendo como 1° Vice Assis dos Anjos e 2° Vice José Campelo Alexandre.
Algumas alterações foram registradas nas duas bancadas, durante o primeiro período da 4ª Legislatura. O Vereador José Álvaro Costa pediu licença no dia 03.06.83 para exercer o cargo de Secretário Municipal de Educação, assumindo o suplente Lucivaldo Evangelista de Souza. O Presidente Sidrônio Timóteo e Silva esteve afastado de suas funções e do mandato de Vereador, pelo prazo de 90 dias, tendo assumido o suplente Horácio Batista Guedes, enquanto a Presidência da Mesa Diretora ficava com José Campelo Alexandre, uma vez que Assis dos Anjos renunciara a 1ª Vice-Presidência. No dia 02.12.83, Sidrônio reassumiu o seu mandato e a Presidência.


Outra modificação ocorreu na direção da Mesa Diretora. O Vereador Sidrônio Timóteo e Silva, por pressões da bancada oposicionista e até mesmo da sua, teve de renunciar a presidência da Mesa, tendo sido efetivado para cumprir o restante do mandato pelo período de 1 ano, o vice-presidente José Campelo Alexandre.

O Vereador Assis dos Anjos solicitou licença no dia 5 de dezembro de 1983, afastando-se para exercer o cargo de Secretário Municipal de Serviços Públicos, sendo chamado outra vez o suplente Horácio Batista Guedes, para assumir o mandato. Mais duas alterações foram registradas na bancada do PDS: o Vereador João Paulo das Virgens Lima licenciou-se para exercer o cargo de Secretário Municipal de Assuntos do Interior e Sidrônio Timóteo e Silva também saiu para ocupar o cargo de Secretário Municipal de Saúde. Foram chamados para ocupar as vagas os suplentes Marilúcia Lúcia Utsumi e João Tavares Pinheiro. Lúcia Utsumi também licenciou-se para exercer o cargo de Secretária Municipal de Transportes, sendo chamado outro suplente, Alonso Joaquim da Silva que assumiu em 27.12.84, ficando no exercício menos de um mês.

No PMDB verificou-se uma única alteração: a Vereadora Raquel Cândido e Silva foi afastada, para responder a um processo de cassação, tendo assumido o 1° suplente Pedro Struthos Neto. No dia 30 de novembro, após 60 dias de afastamento, a vereadora reassumiu o seu mandato que fora cassado pelos vereadores e restabelecido pela justiça.
Nas eleições de 1986, para a esfera estadual e federal, abriram-se três vagas na Câmara, decorrentes das eleições dos vereadores José Alves Vieira Guedes e Raquel Cândido e Silva, para a Câmara Federal, e Odaísa Fernandes, para a Assembléia Legislativa Estadual, todos da bancada do PMDB. Com a abertura dessas vagas, os suplentes Pedro Struthos Neto, Jeorge Romão dos Santos e Maria das Graças Amorim de Carvalho foram efetivados no exercício dos mandatos.

Nas eleições de 1988 para a 5ª Legislatura a renovação foi expressiva na Câmara Municipal. Poucos conseguiram a reeleição, tendo a disputa se verificado num clima de muita expectativa, por uma razão: de 17 vagas na legislatura anterior, a Câmara deveria ter 21 na seguinte, ocorrendo que, próximo da eleição uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral surpreendeu a todos, reduzindo para 13 as vagas na Câmara de Porto Velho.
Realizada as eleições e proclamados os resultados, o TER apontou os eleitos:
  1. - Marlene Gorayeb Baleeiro (reeleita)
  2. - Enéias Rômulo de Araújo (Dalton di Franco)
  3. - Waldemar Pires Marinho (reeleito)
  4. - Elizabeth Maria Esteves Badocha (reeleita)
  5. - Kurt Itamar Kettenhuber
  6. - Cláudio José Marques Vidal
  7. - Mauro Nazif Rasul
  8. - Álvaro Costa (reeleito)
  9. - Jeorge Romão dos Santos (reeleito)
  10. - João Vitaliano Neto
  11. - Valter Canuto Neves
  12. - Zoracy Parra da Motta
  13. - Mário Jorge Souza de Oliveira
Registrava-se, apenas, a volta de cinco vereadores da legislatura anterior. A posse dos eleitos realizou-se no dia 1° de janeiro de 1989. Na mesma data foi eleita a Mesa Diretora da Câmara para o biênio 1989/90, que ficou assim: Presidente Valdemar Pires Marinho, 1° Vice-Presidente João Vitaliano Neto; 2° Vice-Presidente Elizabeth Maria Esteves Badocha; 1° Secretário Kurt Itamar; 2° Secretário Dalton di Franco e 3° Álvaro Costa.

O Candidato José Campelo que buscava a reeleição e outros, ingressaram com recurso junto ao Supremo Tribunal Eleitora e foi derrubada a decisão do TER que reduzira o número de vagas, sendo mantidas as 21 cadeiras.

Com a decisão, mais oito vereadores foram diplomados e chamados a tomar posse, o que ocorreu no dia 05.04 de 1989, a saber:
  1. – Lourival Gonçalves Muniz
  2. – João Alberto Borges
  3. – José Campelo Alexandre (reeleito)
  4. – Raimundo Aurélio Vieira Tavares
  5. – Aparício Carvalho de Moraes
  6. – Sidrônio Timóteo e Silva
  7. – Lucivaldo Evangelista de Souza
  8. – Inácio Azevedo
Dos oito vereadores, dois vinham da legislatura anterior, aumentando para sete o número de reeleitos.
Os vereadores da 5ª Legislatura foram, também, constituintes, tiveram a incumbência de elaborar a Lei Orgânica do Município de Porto Velho, tendo sido concluída e promulgada em Sessão Solene, no dia 27 de março de 1990, sob a presidência do vereador Waldemar Pires Marinho.

Com a chamada de dois vereadores para compor a equipe do executivo municipal, José Álvaro Costa (Educação) e Marlene Gorayeb Baleeiro (Ação Comunitária), foram convocados a assumir os mandatos os suplentes Horácio Batista Guedes e Silvio Nascimento Gualberto. Como Silvio Gualberto também foi integrar a equipe do executivo, foram chamados Luiz Gonzaga Farias Ferreira e Sebastião Assef Valladares que por sua vez, também, se licenciaram para exercer os cargos de Secretário Municipal. Foram chamados, Assis dos Anjos Souza e Jonathas Trajano.

MESA DIRETORA PARA O 2° BIÊNIO 91/92

No dia 13 de novembro de 1990 foi eleita a Mesa Diretora para o biênio 1991/92, que ficou assim: Presidente – José Campelo Alexandre; 1° Vice-Presidente – João Alberto Borges; 2° Vice-Presidente – Valter Canuto Neves; 1° Secretário – Elizabeth Badocha e 3° Secretário – Marlene Gorayeb.

Nas eleições de 1990 para a Assembléia Estadual, três vereadores foram eleitos: Elizabeth Badocha, Enéas Rômulo de Araújo (Dalton di Franco) e Marlene Gorayeb Baleeiro, o que permitiu a chamada dos suplentes Nelson Pupp, Raimundo Reis Azevedo e Silvio Gualberto que tomaram posse como detentores dos mandatos no dia 1° de fevereiro de 1991.
Para as vagas abertas na mesa, de 2° e 3° secretário, respectivamente, face a saída de Dalton di Franco e Elizabeth Badocha, foram eleitos para ocupar os cargos na mesa, os vereadores Lucivaldo Souza e Aurélio Vieira.
Em 13 de agosto de 1991 licenciou-se o vereador Kurt Itamar (PSDB), tendo assumido o mandato Ademar da Silva Ramalho (PDT), por 120 dias.
NOVA ADMINISTRAÇÃO
E MODERNIZAÇÃO

Ao tomar posse como Presidente da Câmara, pela segunda vez, no dia 01.01.91, o vereador José Campelo iniciou um processo de modernização de todas as atividades do Poder Legislativo Municipal.
Como parte das reformas físicas, pode ser destacado:
  1. Reforma completa do Plenário;
  2. Construção de um Gabinete Odontológico;
  3. Construção de CPD (Centro de Processamento de Dados);
  4. Modificações na estrutura de segurança da Câmara, com edificação de muros guaritas e gradeados;
  5. Edificação de um grande estacionamento para vereadores e servidores;
  6. Construção de sala para o D.R.H., Serviços Gerais, Material e Almoxarifado;
  7. Construção de um cantina modelo, ajardinamento e arborização da Câmara.
Quanto as reformas estruturais, merecem destaque:
  1. Implantação do Cheque Salário para os servidores;
  2. Implantação do Calendário de pagamento;
  3. Reativação de D.R.H., com a realização de cursos de treinamento para alguns setores da Casa;
  4. Informatização do Departamento de Finanças e Pessoal;
  5. Realização do Concurso Público para definição do Quadro Permanente da Câmara.

 

Revolução Agrícola ou Escrita?

PERÍODOS HISTÓRICOS: Uma divisão questionavel



Aluno: Armando Soares 3º ano do Ensino Médio Instituto Maria Auxiliadora.



De certa forma sim, podemos aceitar essa divisão desde que ela seja meramente uma separação nominal das eras, e não uma divisão de conceitos sobre as descobertas do homem,quando ouço alguns historiadores falarem que a história só começou de verdade depois da escrita, creio que estamos criando um paradigma dentro do conceito evolução. Voltando a era pré-histórica, convido-lhes caros curiosos e estudiosos, a se colocar na mesma situação dos nossos ancestrais , podemos comparar suas descobertas com o mundo atual , por exemplo, hoje se uma grande industria desenvolve um novo tipo de processador para computadores , datamos com uma grande descoberta certo? Facilitou a vida de muita gente que depende da informática e nem por isso dizemos: A vida do profissional de informática só começa a ser boa de verdade depois de tal processador... Agora na situação dos nossos antepassados, imagine o homem que criou a roda? Imagine o primeiro homem a fabricar uma roupa para proteger seus entes das variações climáticas? Imagine o homem que fez o primeiro instrumento de trabalho braçal? Para eles numa época em que quase tudo era impossível e demorava muito, essas pequenas descobertas eram os ápices da vida, transformavam e facilitavam a vida de todas as maneiras... Por isso não concordo com afirmações tais como a de que a história só começou a ser de verdade depois da escrita, e as pequenas coisas? Não contam? ...

quinta-feira, 8 de março de 2012

DIVERSIDADE CULTURAL E JUSTIÇA CAOLHA



O Nosso país é riquissimo em diversidade cultural, religiosa e econômica. Nenhum país do mundo tem nos quatro cantos do país tanta desigualdade nessa triologia que as vezes choca-nos quando nos deslocamos de um canto a outro deste rincão.
Só uma coisa não muda... E o brasileiro está mesmo "fudido e mal pago".
Nos políticos desde a muito não confiamos, pois com raríssimas exceções, buscam apenas locupletar-se.
Com o governo, estamos sempre com um pé atrás, pois promete muito e faz pouco, exceto para os cupinchas do partido, sindicalistas e compadres. Para esses felizardos, existem cargos sobrando.
A escora que restava, o único poder no qual a população depositava um pouco de sua esquálida confiança, o judiciário, derrapou na curva da ganância.
Bastou uma corregedora honesta, travestida de “Joana D’arc”, fustigar a “Caixa Roxa” das finanças internas dos tribunais, para aflorar o desagradável o cheiro de trambiques.
Trambiques dos grossos, fedidos, asquerosos, respingando até em juizes assentados em nossos tribunais superiores, que escaldados, juntam-se às vozes veladas do casuísmo faccioso, que atende pelo nome de “sprit de corps”.
Seguindo a tática dos sindicatos petistas, as associações de magistrados se unem para linchar em praça publica a “paladina da moralidade”, passando por cima das leis que deveriam cumprir de forma exemplar.
Ainda bem que a OAB, a mídia e os cidadãos esclarecidos, inconformados com essa vilania, unem suas forças em defesa da “Guerreira contra o Dragão do Mal”, pois justamente a ultima instancia de nossas esperanças, se mostra contaminada pelo vírus maldito da usura.
Pelas informações secretas obtidas pela COAF e finalmente levadas a público pela heróica defensora da moral e dos bons costumes, tomamos conhecimento, que os senhores juizes, principalmente os mais bem acantonados, se beneficiam de indenizações generosas, a títulos diversos e duvidosos, enquanto outros, esperando na fila a anos por migalhas, assistem boquiabertos a esse banquete de poucos convidados.
Milhões circulam por contas de juizes e funcionários nos tribunais de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Alagoas e outros estados, numa loteria onde os prêmios milionários já possuem ganhadores pré-determinados.
Suas excelências, nos altos cargos e nas entidades classistas, querem sufocar essa sadia tentativa de desnudar o obscuro mundo das finanças judiciais, buscando através de viés e subterfúgios legais, impedir a ação saneadora do CNJ.
Temos que ressaltar a coragem e o valor da mídia, que dando destaque especial a esses eventos ilegais e sub-reptícios, despertou a ira do povo, que exige um mínimo de transparência e dignidade, daqueles que deveriam realmente estar “acima de qualquer suspeita”, pois são os juizes, encarregados de resolver nossas pendências e querelas.
Estamos como os passageiros desse navio italiano que emborcou, ou seja com a água batendo no “gorgumilho”.
Não é a toa que muitos carros circulam com o adesivo "Deus é fiel".
É a unica esperança que nos resta.
Confiar nos 3 phoderes é de lascar.


Prof. Valdeci Ribeiro, leciona História, Sociologia e Filosofia em Porto Velho-RO
By Opinião do Zé