Tratar Presos com mais rigor?

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O NOBEL DA EDUCAÇÃO

Quem sabe um dia os educadores possam fazer jus ao prêmio?


Existe o prêmio Nobel da Química, o Nobel da Física. Tembém temos o da Literatura e o da Economia. Por que não existe um Nobel da Educação?


Será do fato de no ato de educar não existir um saber específico?


Será porque a Educação deixou de ser factor de desenvolvimento?


A prática da maior parte das escolas terá alguma coisa a ver com isso?


Quase todas as pesquisas incidem em escolas onde nada se cria e tudo se copia, produzindo conclusões em circuito fechado. Os pesquisadores adotam um "léxico" velho de séculos, jogam com conceitos absoletos, reinventam terminoloogias e nomenclaturas, reescrevem literatura de ficção cientifica: o fosso entre a teroria e a prática mantém-se, ou aprofunda-se.


Talvez lá ´para 2050, na Idade da Educação (e tal como Saramago), educadores possam fazer jus à distinção de um Nobel . Quem sabe?




José Pacheco (Educador e escritor, ex diretor da Escola da Ponte, em Vila das Aves (Portugal).






Prof. Valdeci Ribeiro, leciona na Escola JBC e no IMA em Porto Velho.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

RESULTADO DO 3º SIMULADO - JBC






* Valdeci Ribeiro












RESULTADO DO 3. SIMULADO DA ESCOLA JOÃO BENTO DA COSTA, POSTAREI AQUI OS QUARENTA PRIMEIROS COLOCADOS, NUM TOTAL DE MAIS DE 560 INSCRITOS (resultado geral- manhã e tarde):








1º Bianka Miorelli Manhã T7 72 PONTOS

2º Rafael Paulino Vesp. T15 70

3º Daniele dos Santos Vesp. T17 65

4º Itan Alan Vesp. T14 65

5º Thiago Albino Vesp. T18 64

6º Italo Moiá Simão Manhã T7 63

7.Marcos Alexandre Vesp. T19 62

8º Nayla Maria Vesp. T13 59

Lucas Diego Manhã T5 59

10ºDemetrio Macedo Vesp. T17 58

11º Shirley Cristina Vesp. T16 57

Raquel Mascarenhas Vesp. T18 57

13º Amanda Freitas Manhã T6 56

Lídia Juliana Vesp. T13 56

André Soares Vesp. T14 56

16º Matheus Leoncio Vesp. T10 55

Baarbara de Lara Vesp. T16 55

Leandro Lima Manhã T1 55

Raissa Stephanne Manhã T5 55

Haniely Sonja Manhã T9 55




quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A CULPA É DO PROFESSOR




"Os pais sempre acham que a escola dos seus filhos é melhor do que elas verdadeiramente são"




*Valdeci Ribeiro







Em um Blog Politico aqui no Estado de Rondônia , vi que seu editor achou o culpado pelo baixo desempenho no ENEM das Escolas Públicas do nosso Estado. De quem é a culpa ? Será dos politicos que não controlam os altos investimentos na educação, das politicas educacionais voltadas para um melhor desempenho e rendimento da aprendizagem.


A politica educacional do atual governo, voltada à inclusão e ao desenvolvimento social, considera a necesseidade de ampliar o acesso a todas as etapas da educação básica e de garantir padrões de qualidade social ao ensino público brasileiro.


Infelizmente esses padrões de qualidade não ficam bem claros quando o assunto é investimento no profissional da educação. O professor ainda tem sua importância na sala de aula, e funciona como ferramenta essencial no desenvolvimento do processo aprendizagem.


O Brasil no entanto ainda não acordou ou não quer acordar,porque qualquer um sabe que o ápice da educação nos estados vai ser alcançado com a valorização do professor.


E isso não é balela, nem papo de sindicalista, porque é somente analisar a questão da Inglaterra que tinha na figura do professor num ranking das profissões mais desejadas pelos jovens: a de professor ficava na 95ª posição. Com a "valorização" digo em melhorias salariais e treinamentos para os mestres, a profissão hoje, pulou da 95ª para o 5º lugar entre as profissões mais desejadas na Inglaterra.


É a questão do status social, nos dias atuais as pessoas buscam por profissões que lhe darão status na sociedade. Se os politicos brasileiros acordarem verão, que poderíamos dar um salto grandioso na questão da qualidade, na produção de conhecimentos, no aumento de cientistas para o desenvolvimento de novas tecnologias.


O que vemos na verdade na maioria das escolas é o total abandono tanto por parte do poder publico, quanto dos pais que acreditam que o unico responsável pela educação dos jovens: é a escola. Na maioria das reuniões de pais, são contados os gatos pingados que aparecem para saber o verdadeiro histórico dos filhos. Falo histórico num sentido mais amplo, das notas, do comportamento e da frequencia.


Mas, para que se preocupar familia e estado com essa situação, se já escolhemos nosso bode expiatório, para jogarmos todas as nossas culpas e fracassos. Está encerrada a sessão: PROFESSOR CULPADO!!!!!



* Leciona História Geral e Regional, Sociologia e Filosofia em Porto Velho.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

UMA EQUIPE DE VERDADE

10 indicadores de uma equipe de valor

Por Patrícia Bispo para o RH.com.br

Infelizmente, há ainda quem conceba a ideia de que um grupo de funcionários reunidos em uma mesma sala ou setor é sinônimo de que a empresa conta com um time. No primeiro caso, as pessoas estão apenas agrupadas, próximas em virtude de um espaço físico e delimitado, para que realizem suas atividades laborais. No outro, uma equipe ou time evidencia-se pela presença da união, da sintonia, da camaradagem e, por sua vez, seus membros não necessitam estar perto fisicamente para que seja evidenciado o chamado espírito de equipe. Confira abaixo alguns indicadores de que um verdadeiro time.


1 - O clima organizacional é visivelmente saudável e não precisa ser monitorado a todo o momento pelo gestor, como se uma "bomba relógio" estivesse prestes a explodir.

2 - No dia a dia corporativo o estresse sempre estará presente. No entanto, quando uma equipe de valor forma-se, os fatores estressantes diminuem e perdem forma, uma vez que como cada uma faz parte do "todo" os momentos mais tensos são compartilhados e a ajuda sempre aparece para que os desafios sejam superados.

3 - Respeito à diversidade. Em uma equipe não existe espaço para preconceitos em relação a sexo, cor, raça, religião, idade ou qualquer outra característica dos seus membros. O que conta é o profissional que está na empresa para somar, agregar valor não apenas ao negócio, mas também aos colegas de trabalho.

4 - Consideração à personalidade de cada indivíduo. No ambiente organizacional cada indivíduo deve mostrar profissionalismo, no entanto isso não significa que ele tenha que reprimir sua personalidade. Enquanto há aqueles que gostam, por exemplo, de conversar durante o almoço, existem outras pessoas que optam por fazer sua refeição lendo um bom livro.

5 - A oportunidade para apresentar ideias, sugestões sem receio de ser criticado pela liderança ou demais colegas, é realidade na rotina de uma equipe. Quando um time se forma, as pessoas não se sentem podadas e tampouco têm receio de apresentarem suas contribuições.

6 - Acesso ao gestor quando qualquer colaborador sentir a necessidade de conversar sobre o desempenho pessoal ou coletivo é outra característica evidenciada no dia a dia de uma equipe. É bom ressaltar que muitas vezes, um profissional deixa de agregar valor e se isola, porque lhe falta oportunidade de receber um feedback. Mesmo que todos o considerem um talento, todo colaborador precisa saber se está ou não atendendo as expectativas da organização. Isso permitirá que seu desenvolvimento ocorra de forma planejada.

7 - Em uma equipe a liderança não é vista como uma personagem intocável ou merecedora de medo. O líder conquista o respeito e nunca tenta impô-lo aos liderados. Vale aqui uma ressalva: quem deseja ser líder também deve estar pronto a receber feedback da própria equipe, pois são os liderados que convivem com ele diariamente e poderão ajudá-lo a desenvolver ou aprimorar, principalmente, competências comportamentais.

8 - Se um colega apresenta dificuldades em alguma determinada atividade, existe a presença do espírito de camaradagem e a troca de ideias, de informações entre os profissionais ocorre naturalmente, tornando a assimilação muito mais fácil e agradável.

9 - Compartilhamento de conhecimento entre as pessoas é uma constante. Aqui, diga-se de passagem, não apenas as informações que são encontradas em livros, sites ou revistas especializadas, mas também o conhecimento que cada pessoa adquire a partir das suas experiências de vida.

10 - Numa equipe existe a consciência de que a conquista é sempre coletiva, pois todos os profissionais estão interligados em suas atividades. Todos são importantes para a sobrevivência da empresa, desde a moça que serve o cafezinho até o diretor que toma as decisões estratégicas.

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Palavras-chave: | equipe | produtividade |