Tratar Presos com mais rigor?

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

DEMITAM OS PROFESSORES RUINS


*Valdeci Ribeiro
Eu que sempre achei que todo problema da baixa qualidade da educação estava no aluno, sua falta de interesse, porque os conhecimentos não atingiam seu fim último, ou seja, “batiam fofo”, fui obrigado admitir que devia ser assim mesmo, que a frase: Só ensina quem aprende” era uma frustrada expectativa.

Mas, como pode um professor pensar assim? Por que ele propõe uma medida tão dura assim? Será que o fato de ver o quanto o professor é ruim põe fim nos problemas da educação?
Refletindo um pouco mais, pensei em alguns critérios, baseando-me na necessidade do dia a dia, tentando me avaliar se sou um desses ruins. Câncer da educação!!


Alguns professores não tem um curso de licenciatura na área em que estão atuando e não a dominam? São quebra galhos!!! Outros de áreas afins: informática, administradores, etc.
Vivem separado da leitura, apenas leêm o livro adotado para dar uma aulinha, e ainda se acham sábios?
Buscam tirar proveito em tudo, e cada um cuide de si mesmo?
Enrolam suas aulas com frivolidade, fingindo ser amigo demais de alunos e falando da vida pessoal e segredos fúteis o tempo todo, provocando pena e garantindo elogios no conselho de classe?
Ensinando palavras cruzadas para os alunos, utilizando jornais, dando brecha para a escola os criticar de malandro?
O que ocupa seu cérebro, a boca fala: tolices, banalidades, imagens ilusórias da vida?

Quem sabe ensinar para vida?
Concluí que muitos se parecem... muito com muitos!

Não merecen o salário que ganham!!!O ideal seria que se aumente o salário só dos bons professores. Só sei que o compromisso profissional deve ser condizente com a realidade. Senão a educação pagará um excessivo preço para se livrar do maus professores.

Pelo que estão as autoridades esperando? E nós professores pelo que estamos esperando?

Demita-se!!!! Pare de reclamar que ganha mal!!!!!


*Leciona Sociologia na Escola João Bento da Costa

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

ORGASMO FEMININO: AINDA É TABÚ



Na hora da relação sexual, atingir o orgasmo ainda é uma grande dificuldade para boa parte das mulheres. Dados da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo apontam que 18,2% das brasileiras recebem o diagnóstico de anorgasmia (ausência de orgasmo) e 5,2% de inibição sexual generalizada, que aponta para problemas de excitação durante as relações sexuais.
Mas, por que chegar ao clímax é assim tão complicado? De acordo com a terapeuta sexual Tânia das Graças Mauadie Santana, coordenadora do Centro de Referência e Especialização em Sexologia (Cresex), o que mais acarreta problemas é o lado psicológico da mulher. "A grande maioria dos diagnósticos de distúrbios sexuais é de natureza psicológica, social ou cultural. Somente 13% das pacientes têm problemas de natureza orgânica, como alterações hormonais ou distúrbios originados por alguma doença", explica.
A falta do orgasmo faz muitas mulheres acreditarem que são frígidas pelo fato de não chegarem ao orgasmo. Mas nem sempre é esse o motivo, já que a frigidez se caracteriza quando a mulher não apresenta nenhum desejo sexual. "Na realidade, ela não chega ao orgasmo porque não tem vontade alguma de fazer sexo. Outra característica do problema é a falta de lubrificação vaginal", diz o ginecologista.
Chegando lá Ter paciência e conhecer o próprio corpo pode ser um grande passo para conseguir alcançar o clímax. "As mulheres, em geral, apresentam uma demora maior quando o assunto é chegar ao orgasmo, isso é fisiológico", explica o ginecologista e obstetra Edilson Ogeda, do Hospital Samaritano. "Os homens são mais rápidos, mas a relação sexual vai muito além da penetração, que normalmente é o que leva ao orgasmo masculino", diz ele. "Todo o preparo prévio, seja o clima romântico, as preliminares ou as carícias são fundamentais para que as mulheres cheguem ao orgasmo com mais facilidade", diz ele. Mas não é só isso.
Muitas vezes, pequenas atitudes podem agilizar o processo. A consultora de RH, Renata, diz que só resolveu o problema depois de reconhecer o que a fazia sentir prazer. "Namorava há mais de dois anos e nunca tinha chegado ao orgasmo. Então, resolvi procurar ajuda de um especialista, que sugeriu que eu me tocasse para conhecer melhor meu corpo, além de conversar abertamente com meu namorado. Segui seus conselhos e consegui me soltar mais na cama, e, consequentemente, o orgasmo apareceu", diz. Outras alternativas Para facilitar a chegada ao orgasmo, é preciso conhecer o corpo feminino, e isso vale tanto para os homens quanto para as próprias mulheres.
A masturbação é uma aliada, quando o assunto é chegar ao clímax, e a mulher pode usar o artifício em diversas ocasiões. "A mulher pode se masturbar sozinha, seja para reconhecer o corpo ou para sentir prazer, mas também pode usar o método durante as relações sexuais para provocar a excitação", diz o especialista.
"A mulher pode se masturbar sozinha, mas também pode usar o método durante as relações sexuais".

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

INFANCIA SEM CONSERVANTES

Passando por uma das ruas de Porto Velho tive que parar para degustar essa frutinha que faz parte das memorias da minha infançia. Como era maravilhoso passar tardes junto com alguns colegas desfrutando de várias frutas que compunham nossos quintais.

sábado, 17 de outubro de 2009

SALA DE AULA É UM LABORATÓRIO SIM!



A escola desse século tem que fazer a diferença,se o aluno não tem a capacidade de aprender não pode agir na sociedade.Para que serve a educação se não for para mudar a vida.

O ensino tem que chegar em casa para ajudar os pais a evoluirem no mundo,e isso se faz quando pegamos a sala de aula e juntamos com a vida.Somos agente de mudança porque vivemos em contantes transformações.


A escola tem que mudar de forma mais rápida,porque os meios de comunicação estão velozes.Temos que ensinar os alunos a serem agentes de mudanças e aí esta o desafio do professor o mundo mudou e temos que mudar com ele.Par ser esse agente transformador devemos trazer o olhar da criança sapeca,curiosa e para isso o professor tem que ser criativo.

A curiosidade é a mãe da ciência,a curiosidade instiga a aprendizagem.O homem aprende por dois motivos:necessidade e curiosidade.O que faz a criança ir para a escola?A curiosidade de confrontar emoções,ações.E o desafio do professor é fazer da escola um espaço curioso.


Curiosidade gera audiência e a nossa audiência enquanto educador que somos representa a evasão,a motivação,a aprendizagem.A educação tem que falar que eles querem entender,a escola tem que ser o lugar do conhecimento.Também colocou a questão de trabalharmos em equipe,fazendo atividades com que os alunos dependam um do outro com o intuíto de mostrar aos alunos de que a vida é viver em sociedade.


Trouxe a fala de Frenet que diz "aprendo de forma coletiva,para haver aaprendizagem tem que haver envolvimento,confiança".Ser professor é sinônimo de mudança."Mudam-se os tempos,mudam-se as vontades,muda-se o ser,muda-se a confiança.Todo o mundo é composto de mudança.Tomando sempre novas qualidades"Luíz Vaz de CamõesDiante dessa mudança fez um pequenos relato da questão inclusão escolar,colocando não é a teoria que vai nos fazer aprender mas sim a vontade de ensinar essa pessoa.

O medo faz agente acreditar de forma errada que não somos capazes de trabalhar com essa diferança.Educar é um ato de amor.

Prof. Valdeci Ribeiro leciona Sociologia no JBC

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

PLANETA ÁGUA




Água que nasce na fonte Serena do mundo

E que abre um Profundo grotão

Água que faz inocente Riacho e deságua

Na corrente do ribeirão...
Águas escuras dos rios

Que levamA fertilidade ao sertão

Águas que banham aldeias

E matam a sede da população(...)

Águas que movem moinhos

São as mesmas águas Que encharcam o chão

E sempre voltam humildes

Pro fundo da terraPro fundo da terra...


Terra! Planeta Água

Terra! Planeta Água

Terra! Planeta Água...(2x)


A música Guilherme Arante representa a importância da água para o ciclo de vida das plantas, dos rios, do solo e do próprio homem. Quando a canção foi composta na década de 80. questões como desmatamento, urbanização acelerada, mudanças climáticas e avanços agropecuários começavam a ganha destaque no cenário mundial.

Cientistas estimam que 40% do território da Amazônia seja destruido em 20 anos, e 20% perderá sua caracteristica de floresta tropical.

Um dos principais vilões é a PECUÁRIA. Cerca de 75% das áreas desmatadas são destinadas à criação de gado. E onde entra a água nessa história? simple. Calcula-se que para cada quilograma de carne bovina são gastos de 13j mil a 15 mil litros de água. Para um quilograma de ceral, de mil a dois mil litros. "Nós não bebemos a água. nós a comemos".

O setor agrícoloa, grande consumidor de água potável também preocupa, Dados das Nações UNidas, garantem que a agricultura é responsável por cerca de 95% em alguns países em desenvolvimento econômico, que chegam a representar aproximadamente 1/4 das terras irrigáveis existentes.

O BRASIL é um dele. Apesar de ter cerca de 12% da água doce mundial, a distribuição geográfica do recurso hídrico é desigual(como tudo por aqui). Além de uma má repartição, o país enfrenta a poluição dos seus mananciais e o desperdício, que poderiam ser revertidos com a instalação de infra-estrutura urbana( como sistema de tratamento de água e esgoto) e ações de reaproveitamento.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

INSTINTO ANIMAL: pode Freud?



O primeiro grande conceito desenvolvido por Freud (1856-1939) foi o de Inconsciente. Ele inicia seu pensamento teórico assumindo que não há nenhuma descontinuidade na vida mental. Ele afirmou que nada ocorre por acaso e, muito menos, os processos mentais. Há uma causa para cada pensamento, para cada memória revivida, sentimento ou ação. Cada evento mental é causado pela intenção consciente ou inconsciente e é determinado pelos fatos que o precederam (determinismo psíquico). Uma vez que alguns eventos mentais "pareceram" ocorrer espontaneamente, Freud começou a procurar e descrever os elos ocultos que ligavam um evento consciente a outro. Quando um pensamento ou sentimento parece não estar relacionado aos pensamentos e sentimentos que o precederam, as conexões estão no inconsciente. Uma vez que estes elos inconscientes são descobertos, a aparente descontinuidade está resolvida.
(1) O consciente é apenas a ponta do iceberg.Freud em suas investigações na prática clínica sobre as causas e funcionamento das neuroses, descobriu que a grande maioria de pensamentos e desejos reprimidos referiam-se a conflitos de ordem sexual, localizados nos primeiros anos de vida dos indivíduos, isto é, na vida infantil estavam as experiências de caráter traumático, reprimidas, que se configuravam como origem dos sintomas atuais e, confirmava-se, desta forma, que as ocorrências deste período de vida deixam marcas profundas na estruturação da personalidade. As descobertas colocam a sexualidade no centro da vida psíquica e é desenvolvido o segundo conceito mais importante da teoria psicanalítica: a sexualidade infantil. Estas afirmações tiveram profundas repercussões na sociedade puritana da época pela concepção vigente de infância "inocente".
"Os principais aspectos destas descobertas são:
1. A função sexual existe desde o princípio de vida, logo após o nascimento e não só a partir da puberdade como afirmavam as idéias dominantes.
2. O período da sexualidade é longo e complexo até chegar a sexualidade adulta, onde as funções de reprodução e de obtenção de prazer podem estar associadas, tanto no homem como na mulher. Esta afirmação contrariava as idéias predominantes de que o sexo estava associado, exclusivamente a reprodução.
3. A libido, nas palavras de Freud, é a "energia dos instintos sexuais e só deles"

Foi no segundo dos "Três ensaios de sexualidade" das obras completas, que Freud postulou o processo de desenvolvimento psicossexual, o indivíduo encontra o prazer no próprio corpo, pois nos primeiros tempos de vida, a função sexual está intimamente ligada à sobrevivência. O corpo é erotizado, isto é, as excitações sexuais estão localizadas em partes do corpo (zonas erógenas) e há um desenvolvimento progressivo também ligado as modificações das formas de gratificação e de relação com o objeto, que levou Freud a chegar nas fases do desenvolvimento sexual:

Fase oral (0 a 2 anos) - a zona de erotização é a boca e o prazer ainda está ligado à ingestão de alimentos e à excitação da mucosa dos lábios e da cavidade bucal. Objetivo sexual consiste na incorporação do objeto.
Fase anal (entre 2 a 4 anos aproximadamente) - a zona de erotização é o ânus e o modo de relação do objeto é de "ativo" e "passivo", intimamente ligado ao controle dos esfíncteres (anal e uretral). Este controle é uma nova fonte de prazer.
Acontece entre 2 e 5 anos o complexo de édipo, e é em torno dele que ocorre a estruturação da personalidade do indivíduo. No complexo de Édipo, a mãe é o objeto de desejo do menino e o pai (ou a figura masculina que represente o pai) é o rival que impede seu acesso ao objeto desejado. Ele procura então assemelhar-se ao pai para "ter" a mãe, escolhendo-o como modelo de comportamento, passando a internalizar as regras e as normas sociais representadas e impostas pela autoridade paterna. Posteriormente por medo do pai, "desiste" da mãe, isto é, a mãe é "trocada" pela riqueza do mundo social e cultural e o garoto pode, então, participar do mundo social, pois tem suas regras básicas internalizadas através da identificação com o pai. Este processo também ocorre com as meninas, sendo invertidas as figuras de desejo e de identificação. Freud fala em Édipo feminino.
Fase fálica - a zona de erotização é o órgão sexual. Apresenta um objeto sexual e alguma convergência dos impulsos sexuais sobre esse objeto. Assinala o ponto culminante e o declínio do complexo de Édipo pela ameaça de castração. No caso do menino, a fase fálica se caracteriza por um interessse narcísico que ele tem pelo próprio pênis em contraposição à descoberta da ausência de pênis na menina. É essa diferença que vai marcar a oposição fálico-castrado que substitui, nessa fase, o par atividade-passividade da fase anal. Na menina esta constatação determina o surgimento da "inveja do pênis" e o conseqüente ressentimento para com a mãe "porque esta não lhe deu um pênis, o que será compensado com o desejo de Ter um filho.
Em seguida vem um período de latência, que se prolonga até a puberdade e se caracteriza por uma diminuição das atividades sexuais, como um intervalo.
Fase Genital - E, finalmente, na adolescência é atingida a última fase quando o objeto de erotização ou de desejo não está mais no próprio corpo, mas em um objeto externo ao indivíduo - o outro. Neste momento meninos e meninas estão conscientes de suas identidades sexuais distintas e começam a buscar formas de satisfazer suas necessidades eróticas e interpessoais.


Prof. Valdeci Ribeiro, Leciona Sociologia no JBC

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

SÍNDROME DE BURNOUT



Conversando com um amigo de trabalho nesta semana, fiquei sabendo que o mesmo passou mal dentro da sala de aula, e teve que ser levado as pressas para ser clinicado, um dos sitomas era a "pressão baixa". Na verdade o número de profissionais de educação com problemas de saúde é altissimo e as vezes penso que poderiamos ter mais qualidade de vida.
Até que ponto você é capaz de trabalhar sob pressão? Antes de responder a essa questão o profissional deve pensar na resposta que dará, pois quando ele estiver diante do estresse corporativo pode ser vítima da Síndrome de Burnout ou o chamado esgotamento no trabalho. Vale enfatizar que quando a pessoa ultrapassa seus limites, alguns sintomas surgem e comprometem o desempenho do profissional. Em casos mais acentuados, essa síndrome exige acompanhamento médico. Abaixo, algumas informações relevantes sobre esse mal:


1 - O termo Burnout vem do inglês burn (queima) e out (para fora, até o fim) e na gíria inglesa é usado para identificar os usuários de drogas que se deixaram consumir pelo vício. Esse termo foi criado pelo inglês Herbert Freudenberg, em 1974 e o "Burnout" pode ser traduzido como "Combustão Completa".
2 - A Síndrome de Burnout não deve ser confundida com depressão, pois está ligada a situações que envolvem o ambiente de trabalho do indivíduo. Já a depressão é relacionada a fatores da vida pessoal.
3 - Essa síndrome provoca sintomas no colaborador como, por exemplo: exaustão emocional; perda do entusiasmo pelas atividades laborais; irritação; falta de paciência com os colegas de trabalho; desmotivação; o indivíduo acredita ser incompetente para exercer suas atividades e não valoriza sua produtividade.
4 - Quem é acometido por essa síndrome também fica vulnerável a problemas que prejudicam a saúde física como: enxaquecas; insônia; dermatites e até problemas cardiovasculares.
5 - Muitos profissionais que sofrem da Síndrome de Burnout atuam em empresas que: predominam normas extremamente rígidas; são podadoras do potencial criativo das pessoas; não abrem espaço para a tomada de decisões e os desafios apresentados são em excesso, sem que sejam dadas condições para que os funcionários atinjam suas metas.
6 - Os gestores podem contribuir para que a Síndrome de Burnout não invada o ambiente corporativo. Para isso, ele precisa valorizar sua auto-estima, mas nunca acreditar que é o detentor da verdade absoluta e que é imune a cometer erros. Isso refletirá no clima organizacional e no grupo.
7 - A organização também tem papel fundamental na profilaxia à Síndrome de Burnout. Nesse sentido, é necessário identificar os agentes estressores que afetam os profissionais, modificá-los para que se adaptem às necessidades dos colaboradores. Esses fatores podem ser identificados através da comunicação face a face e também pela pesquisa de clima organizacional.
8 - As pessoas também podem adotar ações individuais que ajudam a mantê-las longe da Síndrome de Burnout. Dentre essas, podemos destacar: adoção de uma alimentação saudável e balanceada; prática de atividades físicas compatíveis com a realidade de cada um; manter uma regularidade para o sono; ingresso em grupos que realizem passeios periódicos ou mesmo atividades voluntárias.
9 - Mas é fundamental lembrar. Se a pessoa já se encontra com os sintomas da Síndrome de Burnout, não deve tentar resolver o problema isoladamente. É recomendado que se procure orientação de especialistas como psicólogos.
10 - Aos gestores escolares vale uma recomendação. Caso identifique um profissional com os sintomas da Síndrome de Burnout ou mesmo fatores estressores que contribuam para esse mal. Deve-se encaminhar esse profissional à um atendimento clínico para que o problema não caia no "esquecimento" e, dessa forma, sejam adotadas iniciativas para ajudar o colaborador que enfrenta esse sério problema.
De qualquer forma, fica o aviso aos colegas, ninguém melhor do que nós mesmos pra saber a hora que nosso organismo está pedindo socorro. Não somos máquinas, somos seres humanos e precisamos ser tratados como tal.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Vestibular, Futuro Profissional: eis a questão?





prof. valdeci



No último século surgiu mais um dilema shakespeariano para o ser humano solucionar, que vem se agravando com o passar dos anos, bem ao estilo de Hamlet, “ser ou não ser, eis a questão?”.


Atualmente milhões de jovens á véspera de ingressarem no 3º grau tentam responder a esta simples, mas enigmática pergunta.A verdade é que mesmo aqueles que já se decidiram profissionalmente mudam de opinião, largam à faculdade e até o trabalho após de formado e aventuram-se em outro curso para iniciar outra carreira, às vezes totalmente diferente da carreira anterior.


Não há vergonha nenhuma em fazer isso.São engenheiros que desejam ser psicólogos, advogados que querem ser dentistas, veterinários que pretendem ser atores e até médicos que abandonam seus consultórios para se tornarem músicos.Em minha opinião não existe uma regra ou receita para escolher uma carreira, do mesmo modo que não há receita para a vida ou para o casamento, existem possibilidades e todas elas motivadas pelo coração, pela paixão de fazer o que se gosta, mas somente essa paixão não garante sucesso, é preciso muito esforço e dedicação também.


Se compararmos a carreira com o casamento percebemos que existem algumas semelhanças, a primeira são dogmas sociais, as pessoas preferem ficar infelizes a trocar de casamento ou de carreiras. Segundo somente a paixão não basta, ela termina e passamos vivenciar o dia a dia então lembre-se de que tudo na vida tem um lado chato e na sua carreira não será diferente, nem tudo serão flores. Terceiro você nunca deve parar de evoluir senão acabará tanto com a sua carreira como o seu casamento.Como não existem formulas mágicas seguem dicas daquilo que não devemos fazer:




• Não ceda a pressão dos seus pais e parentes seja para dar continuidade à geração de médicos da família ou porque o sonho da sua mãe é ter um filho doutor. A carreira é sua então a decisão é sua.


• Competência não tem profissão, nem idade por isso não pense em dinheiro quando for escolher sua carreira, isso é conseqüência.


• Não gere expectativas errôneas sobre as carreiras, se você, por exemplo, quer ser um designer de games procure alguém que faça isso e acompanhe seu trabalho por um período para conhecê-lo. Pesquise.


• Cuidado com as carreiras da moda ou do futuro, uma profissão pode estar em ascensão agora, mas isso não significa que ela vai estar em alta quando você entrar no mercado de trabalho.Também é fundamental saber quais são suas vocações.




Todos possuem vocações distintas que podem e devem lhe ajudar na escolha da carreira. Procure saber quais as suas. Para isso procure um profissional competente para orientá-lo, pois ele é essencial nesta fase do processo isso facilitará a sua escolha, ajudará a descobrir as suas motivações e habilidades e com certeza lhe dará mais segurança, diminuindo assim as chances de uma escolha equivocada.


Testes vocacionais são validos, mas eles apenas indicam tendências e não certezas alem disso em alguns casos podem agravar ainda mais a nossa angustia se não tivermos antes feito a nossa lição de casa. O que eu chamo de lição de casa é pegar um papel, dividi-lo em 4 partes iguais, faça uma linha na horizontal e outra na vertical, depois em cada quadrado responda nessa ordem, o que:
Adoro,


odeio


gosto e não gosto.




Esta é uma lição de auto-conhecimento. Pegue esta folha e anote em cada um dos quadrantes as respostas. Por exemplo, se você odeia matemática, dificilmente será um engenheiro por outro lado se odeia sangue com certeza não será um bom médico, dentista ou veterinário, mas o simples fato de você amar musica ou teatro não significa também que você tem vocação para ser um artista. O objetivo do exercício é descobrir quais são as suas motivações básicas.


Você deve ter um nível de auto conhecimento, bom o bastante que o permita responder sobre o que gosta de fazer, quais suas habilidades, o que espera do futuro, além de estar a par da situação do mercado atual.Ao terminar de fazer isso, realize uma viagem mental, imagine-se exercendo a sua profissão pelas próximas décadas e depois com 100 anos sentado em uma poltrona contando aos seus bisnetos como você foi feliz na escolha de sua carreira.




quinta-feira, 1 de outubro de 2009

I SEMINARIO ESTADUAL DE SOCIOLOGIA E FILOSOFIA



Foi realizado nos dias 29,30 e 01/10 no Hotel Rondon Palace em Porto Velho, o primeiro seminário estadual para debater e refletirmos sobre a importância e o papel das disciplinas de Sociologia e Filosofia.

Durante séculos questões éticas vem sendo debatidas e o homem ainda não encontrou a melhor forma de tornar a sociedade mais justa e correta. Continuamos tendo os problemas da miséria, fome, desigualdades sociais, violência, guerra etc. Temos no momento atual, novas dimensões de aplicabilidade da Ética, que impõem, por exemplo, relações de interdependência social que desconjuntam a moral individualista herdada da educação icional, ou ainda pela ética da familia e da reprodução familiar, nas quais os costumes estão largamente ultrapassados pelas possibilidades das ciências médicas e pela engenharia genética.

Não basta apenas transmitir conteúdos e metodologias de pesquisas ao jovens e sim prepará-los para viver em sociedade, respeitando regras que refletem a vontade codificada da maioria, atentos ao espaço do outro e, sobretudo, embora os seres humanos tendam a supervalorizar suas qualidades, e as qualidades do grupo a que pertencem e a alimentar preconceitos desfavoráveis em relação aos outros, precisamos capacitá-los para saudaar a contibuição de cada grupo social como enriquecedora do ambiente.

É preciso acrescentar que a entrada da Sociologia, como disciplina escolar obrigatória, se deveu em aprte a necessidade de se compreender cientificamene toda a diversidade de costumes, crenças e organização social existente em todo o vasto continente brasileiro.

O papel das Ciências Sociais no Brasil, se é que assim podemos defini-lo, nunca foi realizar estudos com frieza e objetividade das realidades sociais estudadas. Mas, principalmente, oferecer uma interpretação crítica dessa mesma realidade, que possa apontar caminhos para que as pessoas se conheçame se reconheçam melhor em suas vidas cotidianas. Por outro lado, a atividade cientifica exige a postura da dúvida, supõe que não existem verdades absolutas.

Em 2 de junho de 2008 foi sancionada a lei 11.684, que altera o artigo 36 da Lei nº 9394/96, tornando obrigatório o ensino de Filosofia e Sociologia em todas as séries do ensino médio.

Cabe à nós profissionais em educação, que por opção ou não de estar trabalhando com as disciplinas de Filosofia e Sociologia, verificar as consistências e a necessidade do ensino de filosofia e sociologia. Educar em direitos humanos é fomentar processos de educação formal e não formal, de modo a contribuir para a construção da cidadania, o conhecimento dos direitos fundamentais, o respeito à pluralidade e à diversidade sexual, étnica, racial, cultural, de gêneros e de crenças religiosas.
No geral, foi muito bom esse encontro parabéns aos professores Dr. Giovani Lunardi, Ninno Amorim, Marcio Secco, Dra. Walterlina Brasil e Ms. Adilson Siqueira. Os temas apresentados foram I. Reflexões acerca da filosofia e sociologia no ensino médio II. Os parametros curriculare nacionais a filosofia e sociologia III. Os valores na perspectiva filosófica e sociologica IV. Ciencias Sociais e seu papel na sociedade V. História da Filosofia e Sociologia.
Prof. Valdeci Ribeiro, leciona Sociologia na Escola João Bento da Costa.