Tratar Presos com mais rigor?

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

PORTO VELHO: Onde os políticos brincam de Reis e o povo são os Bobos!!!!!!!
                          Passado o processo eleitoral agora podemos falar de alguns problemas gritantes de nossas cidades para que todos, inclusive os militantes partidários, vejam a real situação que se encontra nosso tão DEPENADO Estado.
Em Rondônia os Governantes tratam o povo e servidores como meros coadjuvantes, como se esquecessem ou nunca tivessem estudado, que o poder emana do povo.
A situação das Escolas Públicas desde o governo Cassol, já estavam de muito abandonadas, jogadas as traças, ao descaso com profissionais beirando a miséria. Confúcio foi eleito em 2010 como o SALVADOR DA PÁTRIA.
As escolas foram pintadas(chamo de sepulcro caiado), os uniformes das escolas ficaram UNIFORME(na sua maioria), os Programas chegaram a todo vapor (chamo de prostituição da escola), é programa pra todo lado!!!!!!!!
E o principal não foi movido uma palha...Os profissionais em educação... E pra não entrar nesse mérito de valorização que é muito polemica, quero me dirigir ao CAOS que se encontra a segurança nas escolas públicas do nosso Estado.
Até quando vamos ficar refens da marginalidade dentro das escolas?
A retirada da Segurança Privada das escolas talvez, tenha sido o maior erro do atual governo!!!!! 
Trabalhamos com MEDO.....
Será que é preciso acontecer alguma tragedia dentro das escolas para que seja tomada alguma providencia?
Poderia ficar horas escrevendo, sobre os erros na Pasta da Educação...
Mas seria em vão, quando as pessoas que são tratadas pelos governos como "bobos", votam nas eleições como verdadeiros bobos!!!!!!!!!


Prof. Valdeci, leciona Filosofia na Escola Eduardo Lima e Silva

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

VERDADE: PRA QUEM?

Reza a lenda que, certa feita, um príncipe indiano mandou chamar um grupo de cegos e os reuniu no pátio do palácio, onde se encontrava um elefante. Em seguida, conduzindo-os pela mão, foi levando, um a um, os cegos até o paquiderme para que o apalpassem, de modo que um tocava a barriga, outro o rabo, outro a orelha e outro uma das pernas.
Quando todos os cegos tinham, enfim, apalpado o animal, o príncipe ordenou que cada um explicasso aos demais cegos como era o elefante. "É gigante, como uma grande panela, mas macio", começou aquele que havia apalpado a barriga. Seu relato foi discordado pelo que havia tocado o rabo: "Se parece mais com uma vassoura!". "Nada disso", interrompeu o que tinha apalpado a orelha, afirmando que o bicho lembrava mesmo era um leque aberto. O que apalpara a perna interrompeu com uma alta gargalhada, e afirmou: "Ele é alto e rígido como um poste!" Os cegos se enroscaram em uma discussão sem fim - cada um querendo provar, através de sua própria experiência, que o outro estava errado.
A história é antiga, mas seu ponto principal ressoa forte: somos todos cegos quando se trata de relacionamentos humanos. Ao reconhecermos o mundo através dos nossos cinco sentidos, sempre teremos distorções da realidade e apenas uma visão parcial do todo, sendo sempre, de certa forma, enganados pela nossa percepção. 
O fenômeno acontece todos os dias em empresas ao redor do mundo - e o resultado é quase sempre desastroso: fofocas, desentendimentos e discórdia generalizada que desaceleram o crescimento pessoal e profissional, quando não o interrompem totalmente.