segunda-feira, 18 de setembro de 2017

NO PAÍS DO FAZ DE CONTA

                    Décadas atrás os países investiam pesado na propaganda voltada para o chamamento do seu  povo para o "nacionalismo". Era o sentimento de orgulho de sua nação que levaria para frente seu país, muitos deles destroçados pela guerra.

                     Observo nas escolas (aquelas que ainda tentam) a organização da chamada HORA CÍVICA, alunos em filas, mão direita no peito e os cânticos dos hinos NACIONAL e de RONDÔNIA. Fico me perguntado o que leva ainda nós "povo", trabalhadores e honestos a acreditar nesse país?
Somos o número um na corrupção e especialistas nas falcatruas governamentais de norte a sul desse país, vereadores, deputados estaduais e federais, senadores, presidentes: da nação, dos tribunais....todos envolvidos ou suspeitos de praticas ilícitas (na sua maioria).
Os valores morais e sociais estão invertidos  pela terrinha de Cabral. Precisamos dá um basta nesta corja de ladrões rabugentos e tem que ser nas urnas!
acorda BRASIL!!!!!!!!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

sábado, 22 de abril de 2017

De Porto Velho à Cuiabá


Num breve passeio que fiz com minha família à cidade de Nobres-MT no mês de março de 2017, pude notar o quão órfãos estamos em Rondônia de políticos sérios e comprometidos com a população.
Saindo de Porto Velho pude notar o descaso com a entrada de nossa capital que perde feio pra qualquer Periferia das cidades do centro oeste do país. Viadutos mal acabados e lama e esgoto a céu aberto. 
A BR 364, só fica boa de verdade depois de Pimenta Bueno, entrando no Mato Grosso vira um tapete, de Comodoro à Cuiabá quem pretende seguir pela BR 364 é uma boa escolha.
E por que não falar da cidade de Cuiabá? QUE ESPETÁCULO de cidade. Tudo organizado, sinalização, transporte público, aeroporto lindo, belos shoopings e uma Arena para o futebol.

Precisamos produzir bons politicos por aqui também!!!!!!!
Chega de descaso com nosso Estado!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A NOVA FORMA DE FAZER POLITICA: É VELHA!!!!

                        De São Paulo à Porto Velho e por todos os rincões do país, o que se ouve falar é na nova forma de fazer politica. Nenhum novo Prefeito ou Vereador quer ter seus nomes atrelados aos partidos políticos que dominaram nosso país, nossos Estados e Municípios nos últimos anos.
A moda agora é que os novos prefeitos coloquem a "mão na massa", como se fosse para isto que a população os elegeram! Prefeitos vestidos de GARI, indo trabalhar de bicicleta, renunciando ao PROVENTOS, jogando bola na rua e outras peculiaridades que não são inerentes ao CARGO.
                            
                           

                               O caçador de marajás assim como era chamado pela sua equipe de Marketing e depois caiu na boca do povão, foi o primeiro presidente eleito depois de décadas de Ditadura Militar. Essa era a nova forma de fazer politica, um Presidente do povão, que andava de bicicletas, pulava de paraquedas e ainda dizia que tinha o "saco roxo" tudo o que o povo queria ouvir. Era o inicio de uma ERA DE ESCÂNDALOS E CORRUPÇÃO aqui pelas terras Tupiniquins!
                            
                             Esses novos governos principalmente os do PSDB pelo país afora me parece muito bem que adotou o chamado "governo populista", Uma forma de trazer as camadas sociais para perto dos poderes Executivo e Legislativo, que há muito tempo anda desacreditado na velha forma de fazer politica. Parece que nos próximos anos, não vamos mais ter lugar para o chamado politico DEMAGOGO, prometeu! não fez.... o povo vai tá colocando pessoas novas no cenário politico e talvez aquelas que nunca concorreram a um cargo público.

                             Parece nos, bem claro que o povo agora, encurralou os velhos dinossauros da politica brasileira. cabe agora esperar e torcer para que tudo der certo, de São Paulo à Porto Velho, o que desejamos é "VIDA LONGA AO REI", digo VIDA LONGA AOS NOVOS PREFEITOS!!!!


Valdeci Ribeiro
Leciona  Sociologia e Filosofia na Rede Estadual em Porto Velho
Graduado em História pela UNIR
Pós graduado pela FSL
Acadêmico de Direito na UNIRON

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Não reduza os Direitos Humanos em “Direitos dos manos”

Não reduza os Direitos Humanos em “Direitos dos manos”

A consciência popular, e até mesmo o pensamento de alguns operadores do Direito, reduz a luta pelos Direitos Humanos a defesa de bandidos. Fuja do senso comum e entenda o que de fato defendemos.



Gilbert Di Angellis, Estudante
Publicado por Gilbert Di Angellis
há 2 anos
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Na lição de Dalmo de Abreu Dallari, todos os seres humanos devem ter asseguradas, desde o nascimento, as condições mínimas necessárias para se tornarem úteis à humanidade, como também devem ter a possibilidade de receber os benefícios que a vida em sociedade pode proporcionar. Esse conjunto de condições e de possibilidades associa as características naturais dos seres humanos, a capacidade natural de cada pessoa e os meios de que a pessoa pode valer-se como resultado da organização social. É a esse conjunto que se dá o nome de Direitos Humanos.
Trata-se, portanto, da luta pelos direitos fundamentais para garantir a dignidade humana a todos os indivíduos de uma sociedade. Sem a garantia desses direitos, não é possível que exerçam de fato sua cidadania. Esta expressa um conjunto de direitos que dá à pessoa a possibilidade de participar ativamente da vida e do governo de seu povo. Quem não tem cidadania está marginalizado ou excluído da vida social e da tomada de decisões, ficando numa posição de inferioridade dentro do grupo social.
Muito desavisados reduzem as intenções dos defensores dos Direitos Humanos em proteger delinquentes. Esquecem que tais direitos são de todos os seres humanos e que devem ser defendidos pela comunidade em sua inteireza. É fundamental para a garantia da dignidade humana os direitos à vida, liberdade, saúde, educação, ao meio ambiente sadio, de participar do governo, de receber os serviços públicos, à igualdade de direitos e oportunidades, à moradia e à terra, entre tantos outros, tendo em vista que a matéria recebe constantes inovações.
Ora, a atuação das comissões de Direitos Humanos ocorre também em presídios, porém não pode nunca se restringir a esse tópico. Hospitais, escolas públicas, creches, corregedorias de polícia, parques, áreas de proteção ambiental e locais de trabalho, são alguns dos locais que são e devem ser objetos de preocupação das comissões, visando sempre garantir a efetividade dos supracitados direitos.
Assim, a matéria deve ser de interesse das diferentes camadas sociais, pois todos necessitam desses direitos sob risco de perderem sua dignidade humana e sua cidadania. A defesa dos Direitos Humanos, assim como da Constituição, é responsabilidade de cada um em busca de uma sociedade mais equilibrada, onde todos gozem pelo menos das condições minimas de qualidade de vida.

por Gilbert Di Angellis

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

PORTO VELHO: UMA CIDADE DE CICLOS

Desde os primórdios históricos das então terras do Amazonas e do Mato Grosso, já se construía por essas bandas um legado cultural, social e econômico dependente de "ciclos" para sobreviver.
A então vila e depois município de Porto Velho/AM, surgia em volta do vai e vem de estrangeiros que por aqui aportaram para construir a lendária Estrada de Ferro Madeira Mamoré, A organização de uma nova cidade em torno do Complexo Ferroviário que ligava os interesses Bolivianos aos interesses brasileiros.
Nos anos 30, com o desinteresse americano pelo desastroso empreendimento no meio da floresta amazônica, fizeram a nacionalização da EFMM. Era o Brasil assumindo o pepino antes do tempo programado. Foram tempos de muitas dificuldades; Até surgir um novo ciclo: A mineração que trouxe mais uma cambada de aventureiros para nossa região, sem mudar entretanto o quadro politico e geografico de nossa região.
Nos anos 70, com o advento da propaganda governamental de "integrar para não entregar", foram atraídos para Rondônia, sulistas que vieram desbravar as terras do território federal de Rondônia. Era o  chamado Ciclo Agrícola. Nos anos 80 foi a vez dos garimpeiros e aventureiros de todo Brasil chegarem ao Rio Madeira, para levar daqui o tão precioso metal, deixando por aqui uma cidade com um novo aspecto populacional, surgiram as invasões de terras, surgiram novos bairros e um bando de desempregados e garimpeiros blefados que por aqui ficaram após a bonança nos garimpos de Porto Velho.
Com a construção das Usinas do Madeira, podemos até dizer que foi e é considerado um novo ciclo econômico, as mudanças foram grandiosas, desde as compensações sociais, construções de novas cidades, a vinda de milhares de homens e mulheres que por aqui chegaram para trabalhar nesses grandes empreendimentos hidroelétricos.
Já afirmaram por aí que Porto Velho na verdade é a capital do "contra-cheque", o que impera na verdade é a cultura do funcionalismo público que impulsiona o comércio local. Será?
O que vemos na prática,é a dependência de nossa cidade de algum evento marcante e excepcional para alavancar o nosso crescimento. Não temos projetos futuristas, que visem a satisfação da população por décadas, vivemos de fases!
Qual o futuro, por exemplo, da Vila de Nova Mutum, reconstruída pela Energia Sustentável do Brasil? 
Qual o projeto politico, social e econômico para aquela comunidade? Para que se aproveite os recursos ali criados, casas dotadas de toda infraestrutura.
Qual a preocupação politica criada com a especulação imobiliária criada com as usinas?
Qual a preocupação politica com o futuro de milhares de jovens que se formam todo ano nas nossas universidades?
O que será na verdade, que pensam nossos politicos?
Vamos viver dependentes de CICLOS ECONÕMICOS? até quando?




terça-feira, 6 de setembro de 2016

PARA VEREADOR EDNEI LIMA



DE ONDE VEM OS SEUS DIREITOS?


A maioria das empresas possui, ou deveria possuir, um manual de normas e procedimentos, onde através dele é dado um norte ao colaborador. Afinal, nele está se informando o que pode e o que não pode, os direitos e também os deveres. Pode ser criado com ele, a cultura da empresa.
Até aí, tudo bem. Agora imaginemos que nesse manual apenas existissem praticamente direitos para os colaboradores. Hipoteticamente, vamos imaginar que neste manual existissem 83 tópicos e ao analisarmos todos eles, observássemos que deste total, 76 deles falassem dos direitos que os colaboradores têm, ou seja, 91,6% dos tópicos focassem apenas em favorecer a equipe.
Dando continuidade ao nosso estudo hipotético, verificássemos, que havia apenas quatro tópicos que falassem dos deveres (4,8% do total). Produtividade representaria 2,4% com dois tópicos e o que seria mais gritante se eficiência só aparecesse uma vez (1,2% do total).
Enquanto consultor na área de RH, sei da importância das pessoas para o sucesso de qualquer empreendimento. Mas qual é a sua opinião a respeito desse caso hipotético? Você acha que uma empresa com esse perfil funcionaria bem? Qual a cultura que seria desenvolvida pelos funcionários e quais seriam as consequências para os envolvidos com ela? Convido você a interromper a leitura por alguns instantes e visualizar o que aconteceria.
Já que interrompemos o nosso raciocínio, vou provocar um pouco mais: o que aconteceria se na sua família praticamente todos os integrantes só pensassem dos direitos? Eu entendi que seria algo impraticável, pois ninguém ia querer produzir nada. Você também com esse sentimento? 

Texto: Odilon Medeiros, postado em www.rh.com.br