segunda-feira, 20 de julho de 2009

POBREZA, ESCOLARIDADE E MERCADO DE TRABALHO

* Não tem outro caminho...













O mercado de trabalho é a única saída para a
pobreza no Brasil, de acordo com estudo apresentado no dia 21/05 pelo economista Roberto Cavalcanti de Albuquerque, diretor técnico do Fórum Nacional, realizado pelo Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, no Rio de Janeiro.

“A única saída persistente, segura, cidadã, autônoma para a pobreza é o emprego, a ocupação geradora de uma renda e de seguro social razoável”, afirmou Cavalcanti, em entrevista à Agência Brasil. O estudo mostra como estão os pobres diante do mercado de trabalho.
E a resposta é que “eles estão muito mal, porque o mercado de trabalho, hoje, exige qualificação”. Cerca de 70% dos pobres são analfabetos funcionais.

De acordo com a pesquisa, o mercado de trabalho está empregando “preponderantemente” pessoas com maior nível de escolaridade. Ou seja, mais de 76% das pessoas contratadas têm nove anos ou mais de estudo. “Há um desequilíbrio entre a oferta e a demanda por trabalho. De outro lado, a política de qualificação da pobreza é muito mais baixa do que o nível de qualificação dos não pobres”.

Cavalcanti destacou a necessidade de se fazer, no Brasil, um grande esforço de educação e qualificação das populações mais pobres para que elas possam ser inseridas no mercado de trabalho. “E talvez, até, um esforço de intermediação no mercado. O governo tem instrumentos para isso”, disse. Ele advertiu, porém, que isso deve ser feito em nível municipal ou, no máximo, microrregional.

Na avaliação do economista, a pobreza é má inserção econômica e má inclusão social. A taxa de desemprego entre os pobres em 2007 atingiu 19,7%, contra uma taxa de desemprego global no país de 8,4%. Dentre os empregados, a percentagem dos pobres com carteira assinada chega a 45%, contra 88% do total de empregados da população. Para Cavalcanti, o grande problema da informalidade está na pobreza.


Prof. Valdeci leciona na escola João Bento da Costa

3 comentários:

  1. Lucas Rodriguês Dias 1° 1320 de julho de 2009 15:27

    bom eu acho q o mercado de trabalho hoje em dia tá desse jeito mesmo!!!
    as pessoas deveriam se concientizar em dar trabalho para quem realmente precisa!
    quer dizer todos precisam de trabalho para se sustentar!!
    mais eu também acho q as pessoas deviam tentar estudar, pra poder conseguir alguma coisa na vida. isso é se quiser conseguir algo na vida!
    as pessoas naum querem dar trabalho aos pobres, e isso tá errado!!
    mais também as pessoas deveriam fazer por onde merecer esse trabalho!!
    as pessoas deveriam dar uma chance a essas pessoas!!!

    valeu professor Valdecir...

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  2. Lauro Nascimentos dos Santos Ângelo 1 ANO 920 de julho de 2009 19:04

    o mercado de trabalho hoje está muito rígido,ez.igindo muito dos futuros empregados sendo assim os que tem ,vamos dizer menos conhecimentos e irão ficar para trás . Como diz no texto o mercado de trabalho 79% hoje como numca contrata por maiores conhecimentos e por quem tem nove ou mais anos de estudo , para os pobres dificulta muito para conseguir um emprego por todo esse processo de qualificação e conhecimento ezigido no mercado de trabalho.
    Mas todos tem o direito de aprender.Para os que tem menos conhecimentos, deveriam correr atrás do prejú para está dentro dos padrões e conseguir o seu trabalho.

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  3. Juliana Oliveira Silveira 1º ano 2321 de julho de 2009 21:12

    O mercado de trabalho atualmente está muito exigente,exigindo qualificação e mão-de-obra especializada,ficando o mercado de trabalho restrito aos que sabem mais, o que faz com que aumente o desemprego entre a classe baixa,já que a maioria tem baixa escolaridade,ou são analfabetos, e os que têm escolaridade esta é de péssima qualidade.Vê-se que o grande problema do aumento do desemprego e da pobreza está principalmente ligado à educaçao, já que com uma má escolaridade dificilmente uma pessoa ganha espaço no mercado de trabalho.
    O que deveria ser feito para atenuar este problema que afeta não só as pessoas como denigre a imagem do país seria investir maciçamente na educaçao pública.

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