quarta-feira, 12 de agosto de 2009

SAGA DA FAMILIA ROQUE

JOÃO ROQUE DE LIMA “DOCA”

A II Guerra Mundial, a floresta na Amazônia ou a seca no Ceará. De 1943 a 1947 esses três momentos da história se misturaram. Em Barrinha Parajuru, Beberibe-CE, ao leste do litoral cearense, o agricultor, João Roque de Lima, nascido em Cascavel-CE, conhecido como DOCA deixou a lida com a terra, a família, o lugar onde nasceu e virou seringueiro. Como ele, dois irmãos e outros mais 55 mil nordestinos pegaram um navio para o Norte e mudaram, de um dia para o outro, suas vidas. Um exército - número igual ao de americanos mortos no Vietnã -, convocado às pressas pelo governo do Brasil para um esforço de guerra: a produção anual de cem mil toneladas de borracha.Se fosse enredo de filme, poderia ter o título Sem Saída. Se fosse tema de livro, Tragédia Anunciada. Um pacto, os Acordos de Washington, assinado pelos presidentes Franklin Delano Roosevelt, dos Estados Unidos, e Getúlio Vargas, do Brasil, selou o destino do exército da borracha. Eles tinham uma importante missão nacional: salvar os países aliados do colapso na indústria bélica. Para os americanos, um quilo de borracha valia mais que um general e um batalhão juntos. Era o nervo da guerra. O problema mais urgente a ser resolvido. O produto mais crítico a ameaçar o êxito dos Aliados.A comissão especial, formada para estudar o fornecimento e estoques de material de guerra, deu o alarme. Em 1944, cerca de 27 milhões de automóveis na América teriam que ser abandonados pela falta de pneus. Além dos carros, sairia afetada a produção de calçados, isolantes, cinturões, peças para rádio e telefones, por exemplo. O estoque armazenado daria para, no máximo, doze meses. Os planejadores militares entraram em pânico. Mas a indústria de armamento teria prioridade. Melhor o desconforto que a derrota.O relatório final da comissão não deixou dúvidas. Se não fossem assegurados novos suprimentos, as exigências militares esgotariam o estoque - 641 mil toneladas -, antes do verão. O jeito foi partir para o sacrifício. No início, de civis americanos e, logo depois, de milhares de nordestinos brasileiros. Para reduzir o consumo de pneus, os EUA racionaram gasolina, limitaram em 56 quilômetros por hora a velocidade e em oito mil quilômetros o percurso médio anual dos carros e ainda suspenderam a produção e venda de automóveis, até segunda ordem. A produção do aço, do cobre, do alumínio, das ligas ou da gasolina de aviação estava garantida. Havia estoque considerável à disposição das forças armadas. Mas a crise da borracha atingiu a todos os Aliados. A Inglaterra tinha apenas 100 mil toneladas de estoque. O Canadá, 50 mil. A Austrália, 20 mil. A estratégia era buscar toda a matéria-prima existente na América Latina. Pelo menos até que a borracha sintética, um antigo projeto dos EUA, fosse um sucesso e passasse a ser fabricada em escala, permitindo a comercialização. Um total de 50 novas fábricas trabalhava para isso. Quando a guerra terminou, a produção de borracha sintética já alcançava um milhão de toneladas anuais. Mais que o volume de toda a borracha importada em um ano, antes do conflito mundial. Mas isso foi só em 1945. Ainda no auge da crise, um boletim informativo do governo brasileiro trouxe boas novas: a existência de 300 mil árvores da hévea brasiliensis, mais conhecida como seringa, espalhadas por toda a Amazônia. Era, como se diz, a “sopa no mel”. Isso significava um potencial de 800 mil toneladas anuais, numa área de quase um milhão de milhas quadradas, incluindo o Brasil, Peru, Bolívia e Colômbia. A metade dessa produção já resolveria a crise dos aliados.
Os técnicos que fizeram os cálculos esqueceram, no entanto, de computar alguns detalhes importantes. Um deles era a questão da distância. Na Amazônia, em meio acre de floresta, pode-se encontrar, no máximo, três ou quatro seringueiras. Outro ponto não levado em conta era a falta de mão-de-obra para reorganizar os seringais amazônicos, abandonados na década de 30, quando a extração brasileira de borracha caiu para Seis mil toneladas, ou seja, 0,2% da produção mundial. Resultado: eram grandes as chances de as coisas não caminharem tão de acordo com o que foi colocado na ponta do lápis, mas não era assim que eles queriam! Não poderia ter outro nome. A operação que aconteceu no Vale Amazônico em pleno conflito mundial passou a ser chamada de Batalha da Borracha. Os técnicos fizeram, então, novas contas. Em toda a região Amazônica, deveriam restar apenas 35 mil seringueiros, remanescentes do primeiro ciclo da borracha. Era preciso trazer, e urgente, mão-de-obra para a extração de látex suficiente para resolver a carência dos países Aliados. Em troca, o Brasil tinha a promessa de ver resolvido uma lista de pendências: 20 tanques leves, 100 tanques de porte médio, quatro metralhadoras antiaéreas e ainda US$ 200 milhões para equipamentos militares.Com os olhos no Norte do Brasil, os Estados Unidos tinham pressa. Na base do “custe o que custar”, o plano era o de obter o máximo de borracha em um mínimo tempo. Os americanos não se interessavam nem pelo desenvolvimento da Amazônia e nem pelo bem-estar da população, embora alardeassem isso. Enquanto eles arcavam com o ônus maior, envolvendo-se diretamente no conflito, o resto da América devia participar do esforço de guerra, no fornecimento de matérias-primas à indústria bélica e na manutenção da ordem interna, para se evitarem alterações nos compromissos políticos e econômicos assumidos. Franklin Roosevelt queria mais que a produção de borracha do Brasil. Getúlio Vargas cedeu. Aumentou o número de tropas de manutenção nas bases aéreas do Norte e Nordeste, liberou a construção de instalações militares e navais e a permissão para que as aeronaves americanas usassem o espaço aéreo nacional. Em alguns casos, oficiais brasileiros chegaram a entregar o comando das tropas para oficiais americanos. Mas tudo isso ainda não foi suficiente. A vida do agricultor João Roque de Lima (DOCA), por exemplo, também entrou na negociação. Ele e outros milhares de nordestinos, na grande maiorias adolescentes, foram colocados na mesa como trunfos do Brasil nessa política de boa vizinhança. Na barganha do toma-lá-dá-cá, a mão-de-obra, tratada pelos jornais como tropa de flagelados, era algo importante a se oferecer no sacrifício da guerra. Só no ano de 1945, esse exército recrutado aumentou o estoque de borracha natural de 93.650 para 118.715 toneladas. Uma reportagem publicada no New Chronicle, de Londres, denunciou a tragédia: 31 mil migrantes nordestinos morreram na tentativa de garantir matéria-prima para os Estados Unidos. Dos 55 mil homens que mandou para a Amazônia, poucos conseguiram voltar para casa.O segundo ciclo da Borracha não deixou nada para o Brasil. Os seringais, a maioria falidos ou hipotecados, seriam, anos mais tarde, presa fácil de especuladores de terra que começaram a atuar na região. Manaus, o centro do esforço de guerra, estava arruinada e não era, nem de longe, uma sombra do luxo e deslumbramento do começo do século. Já os trabalhadores foram entregues à própria sorte.

Eles fizeram esta história
– JOÃO ROQUE DE LIMA, * l4/04/1922 + 10/07/2005
Seu Doca nasceu em Cascavel-CE e juntamente com dois irmão veio para os seringais do norte, precisamente na região do Acre, como soldado da borracha, em meados de 1943, posteriormente veio toda sua família, onde muitos se instalaram na região de Porto Velho e Guajará-Mirim. Seu pai Joaquim Roque de Lima e dona Maria Elisa tiveram ao todo 21 filhos, dos quais ainda vivem 08 até a data desta pesquisa.
Uma calça de mescla azul, uma blusa de morim branca, um chapéu de palha, um par de alparcatas de rabicho, uma caneca de flandre, um prato fundo, um talher, uma rede e uma carteira de cigarros Colomy. No lugar da mala, um saco de estopa. O enxoval do soldado da borracha era o presente do presidente Getúlio Vargas aos voluntários do Inferno Verde, como ficou conhecida a Amazônia posteriormente. Melhor que isso, só a promessa de dinheiro fácil estampada em cartazes de propaganda do Governo Federal. Difícil resistir. Principalmente para quem vive no Sertão em um ano de muita miséria. Na seca de 1942, cerca de 55 mil nordestinos se alistaram para a Batalha da Borracha.Além de aliciadores profissionais, a mando dos patrões - donos de seringais no Amazonas -, o trabalho de convencimento era feito por padres, médicos, advogados. A promessa era de que os voluntários voltariam como heróis da Pátria, sob total apoio do Governo Federal, e ficariam ricos na extração da borracha. O que não foi dito, milhares de nordestinos tiveram que descobrir depois, quando já era tarde demais para voltar. De livres, passaram a escravos. No coração da selva, isolamento e solidão. Eles trabalhariam para pagar uma dívida econômica e moral com o patrão. De lá, não se podia escapar.
Como soldado da borracha ele conseguiu uma aposentadoria de dois salários mínimos, pensão esta que recebeu até os últimos dias de sua vida. Chegou em Rondônia em 1955, onde também trabalhou como seringueiro, carvoeiro, Oleiro, Carroceiro e Pedreiro; Constituiu uma família casando-se com a Sra. Terezinha Soares de lima, com a qual teve 08 (oito) filhos: Sebastião(LIMA), Osmarina, Osmar, Oswaldo, Osmilda, Osmildo, Osvaldina e Oscarina.
Segundo lembra seu filho Sebastião, “muitas vezes para o sustento da família Doca caçava tatu, paca e outros animais silvestres, no local onde nos dias atuais localizam-se os bairros Embratel e Nova Porto Velho”.

Dona Maria dos Anjos, irmã de seu Doca, 83 anos, veio para Rondônia, alguns anos depois onde ficou hospedada na casa de Doca, segundo a mesma, João Roque, vivia muito bem onde tinha uma pequena olaria (fábrica de tijolos), onde empregou alguns irmãos seus que vieram do Ceará tentar a sorte por aqui. Ao tentar lembrar o nome de seus 20 irmãos, confunde-se, fato que foi explicado por outro irmão mais tarde, os nomes dados às crianças nascidas no Ceará eram dados pelo padre da paróquia, assim três irmãos tiveram o nome de Antonio Roque de Lima, o que diferenciava um do outro era o próprio apelido dado pelo pároco e teve uma menina que foi batizada com o nome de Antonia Roque de Lima. Sobre o Doca, lembra que o mesmo foi um homem muito trabalhador, que de tudo fez nessa vida.
Dona Maria dos Anjos é agricultora na localidade de Santo Antonio em Porto Velho, mas precisamente na área onde está sendo construída a nova hidrelétrica brasileira. e que seu pai Joaquim Roque de Lima, foi enterrado nesta área da hidrelétrica de Santo Antonio.
Lembrou também que Doca trabalhou vendendo madeira para as locomotivas que iam de Porto Velho à Guajará-Mirim, e que em meados do ano de 1974 foi para Humaitá-AM , para construir telhas de barro que serviram na construção do Quartel Militar 54 BIS. e Já no ano de 1978 o mesmo dedicou-se ao plantio de capim na estrada que liga a cidade de Humaitá e Manaus, num povoado conhecido como “Toca da Onça”.

ANTONIO DOS SANTOS LIMA, 79 anos, nascido no dia 13/10/1929 em Barrinha Parajuru-CE, foi um dos irmãos que vieram com seu DOCA para as áreas da extração da seringa na década de 40. Abdom , como é conhecido confirmou a história da escolha do nome das crianças pelo padre da cidade do interior do Ceará, e confirma que tem outros dois irmãos com nome de Antonio e uma irmã chamada Antonia.
“é um prazer ter a nova praça da cidade com o nome do meu irmão, vai ficar na história, uma saga de muita luta e esforço, vivida no anonimato” Abdom

O mesmo emociona-se ao relembrar com saudades do irmão DOCA, que vê na luta do filho Sebastião Oscar de Lima(LIMA), uma batalha gloriosa e muita dedicação em homenagear seu pai dando-lhe seu nome a nova praça que será inaugurada em 2009 no Bairro Caladinho em Porto Velho.


PIONERISMO NO BAIRRO CALADINHO

Em 1985, quando surgiu o Bairro Caladinho, na Zona Sul da Cidade Porto Velho, o Sr. João Roque de Lima (DOCA), foi um dos pioneiros nesta localidade, quando o acesso era quase impossível. Segundo Menezes (um dos Antônio’s) seu irmão foi um dos desbravadores deste aglomerados de pessoas que do dia para a noite, formaram um dos maiores bairros da nossa cidade.
Desempenhou várias atividades junto à comunidade participando de muitas reuniões para cobrar das autoridades competentes melhorias para o caladinho, tais como: abertura de ruas, encascalhamento, iluminação, construção de pequenas pontes, escolas, postos de saúde, e uma melhor segurança para o bairro.
E a história é sempre assim, quantos heróis anônimos, quantas histórias, contos, causos, mitos e lendas que nos fazem refletir, que somos agentes da nossa própria história.
Seu Doca, faleceu no dia 10 de Julho de 2005, * era domingo, e nosso bairro perdeu um de seus integrantes ilustres, sim, porque Doca, sempre foi uma pessoa humilde que escolheu nossa terra para viver, formar família, criar seus filhos e nos deixar uma grande lição: “honestidade acima de tudo”.
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HISTÓRIA VIVA


Nas andanças em busca de resgatar a memória de “DOCA”, encontramos o Sr. JOÃO BARBOSA DE CARVALHO, filho de um dos maiores Seringalistas do Estado do Acre no “boom” da borracha, seu pai chamava-se Lúcio Telles de Carvalho, que foi patrão de João Roque (Doca) em um de seus seringais.
Seu João, ou melhor, Dr. João Carvalho, hoje com 89 anos de idade é aposentado e é o Dentista mais velho do município de Porto Velho, o mesmo lembra que fazia o atendimento aos 26 acampamentos ao longo da Ferrovia Madeira-Mamoré, uma vez por mês, lembra ainda que o transporte era feito num transporte chamado “Litorinas”. Emociona-se.
Ainda, no vigor de seus 89 anos, escreveu a punho as recordações que teve de seu Doca, que segundo o mesmo, foi um exemplo de pessoa, e que o seringal(localidade) no Estado do Acre chamava-se Poromgaba.
Dr. João Carvalho, ficou entusiasmado com a possibilidade de se homenagear a figura de uma pessoa humilde, que tem uma folha imensa de serviços prestados à comunidade e ao próximo.



CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este relato histórico sobre o Sr. João Roque de Lima, popularmente conhecido e “batizado” pelo pároco de sua cidade natal como “DOCA”, tem o objetivo de registrar uma página importante de fragmentos do cotidiano da nossa figura ilustre, para nossos amigos e familiares da Família Roque.
Procuramos reviver alguns momentos da vida deste “herói” anônimo, que viveu momentos de tensão, de conflitos e acima de tudo muito companheirismo e semeou o amor por onde passou.
Servirá para que no futuro nossos amigos e parentes da Família Roque, saiba que lutamos pelo ideal de fazer uma justa homenagem ao nosso querido irmão que nos deixou com muitas saudades.
Que os fatos narrados aqui, foram de pequenas conversas com amigos e familiares, não se constituindo assim uma pesquisa científica.






“A pior derrota é aquela de quem não se arriscou”

18 comentários:

  1. Patricia Roque de Lima17 de novembro de 2009 23:04

    Boa noite Valdeci, hoje pela minhas andanças pela internet, achei por acaso os seu blogger e fiquei intrigada com um título em que dizia : - A saga da família Roque... Não pude parar de ler e fiquei emocionadíssima, pois meu pai foi um dos Antônios Roque de Lima com o apelido de Pacífico que infelizmente feleceu no dia 11/06/2009, ao ler o nome de meus avós Seu Joaquim e Dona Elisa que não tive o prazer de conhecê-los mas ouvi muitas histórias inclusive de Doca, Osmarina, Abdon, mariinha, Menezes, etc.... Enfim são 21 filhos e muito pra contar. Me chamo Patrícia Roque de Lima e sempre tive muito orgulho deste sobrenome que traz muito trabalho e luta de meus entes queridos e ainda alguns que não conheço.
    Ficaria muito feliz em manter contato com o Sr. para saber como foi contar toda essa linda históira.
    Meu e-mail e orkut - patty_roque*click21.com.br
    Obs: no lugar do asterisco coloca-se arroba, porque meu teclado não funciona rsrsrsrs

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  2. Querida Patricia, essa breve história foi contada na Camara Municipal de Porto Velho, e foi Sancionada pelo Prefeito do Municipio como Projeto de Lei n. 2,569/2009. Art. 1º " Fica denominda Praça João Roque de Lima, o Logradouro Público situado na Rua Nova Esperança, entre as Ruas Tancredo Neves e Mato Groso no Bairro Caladinho, Porto Velho-RO"
    SArt. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

    CAMARA MUNICIPAL DE PORTO VELHO, 10 de Setembro de 2009.

    amplexos,
    Valdeci

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  3. Prof.Valdeci,minha irmã me mostrou sua pesquiza,meu pai um dos Antonio Roque de Lima,ficaria muito orgulhoso de ver tudo que vc pesquizou e escreveu,pena que ele não esta mais aqui,incrivel historia de onde fazemos parte,amo História,e gostaria muito de saber mais sobre seu trabalho,bjs,Simone Roque de Lima.

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  4. Meus parabéns, o histórico relato é deverasmente um marco trilhado por esse, que podemos chamar de herói. A família “Roque” trás na corrente consangüínea, um grande homem, que provou mesmo com tantas lutas cotidianas, que seu caráter era ético.
    Meu avô (Antônio Roque de Lima) foi e sempre será lembrado por seu lado do bom homem, do bom pai, do bom filho e agora em sua terceira geração, por seus bons netos.
    Em meu conciso comentário, registro a geração dessa proliferada genealogia.
    Avô e Avó: Antônio Roque de Lima e Elisa Roque de Lima, sua filha Raimunda Roque de Lima.
    Netos e netas: Fabíola Roque Marinho, Eliziana Marinho Machado, Reinan Marinho Machado, Otaner Roque Marinho e Bestésaba Roque Marinho.

    Congratulações

    Fabíola Roque Marinho.

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  5. Correção: Onde escrevi que meu avô se chamava Antônio Roque de Lima,o Certo é: Joaquim Roque de Lima.

    Obrigado
    Fabíola Roque Marinho.

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  6. oláa, meu nome é Caio.
    sou Bisneto de Emannuel Roque, e neto de Antonio Roque, gostaria de saber qual a ligação de parentesco com o Saudoso Doca, Abraço.

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  7. Qual parentesco de Sandro Roque, eu sou filha dele e gostaria e sabre?

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  8. meu sobre nome tem roque gostaria de saber se tenho parentesco

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  9. meu nome é valmor gabriel roque, gostaria de saber meu parentesco, pois estou a procura da miha descendência e achei essa interessante reportagem, se o sr. pudesse me ajudar lhe agradeceria muito! obrigada

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  10. Me chamo Lìdia Roque, e queria saber me grau de parentesco, tenho uma colega de serviço nos conhecemos a pouco tempo Priscila Roque e na cidade onde moramos somos as únicas temos algum grau de parentesco?

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  11. OI MEU PAI TEM SOBRENOME ROQUE GOSTARIA DE SABER SE ELE ENTRA NA SAGA DESSA FAMILIA, MEUS AVÓS SÃO DE MINAS GERAIS.LELIANE - KATUABA2@HOTMAIL.COM

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  12. meu nome e jailson roque meu irmao arino roque e
    meu oai ja falecido antonio roque
    jailson03.roque@gemail.com

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  13. Meu nome ew Jean Lucas Rodrigues Roque, e o nome do meu Pai ew Manoel de Lima Roque, gostaria de saber se nos somos da saga dessa familia.
    E-mail: Jeankabu@hotmail.com

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  14. Oiii me chamo Maria Aparecida Roque e nao conheço meus parentes, moro no parana, meu pai se chamava Aquino Emidio Roque e seu chamava Emidio Roque nascido em sao joao no pernambuco gostaria de saber alguma coisa desse sobrenome...marry_roque@hotmail.com

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  15. Olá tbm tenho sobrenome de Roque, porém meu avô Sr. Adão Gregório Roque é de Córrego do Iguaçu, perto de Bom Jesus do Galho-MG, Caratinga-MG. Se tiver algum parente me comunique.

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  16. minha mãe se chamava Maria roque, a minha vó tb.,somos do extremo sul da bahia onde existe uma familia enorme com esse sobrenome,dos quais minha mãe contava que dois irmãos pedro roque e candido roque vieram de Minas gerais pra trabalhar aqui na bahia onde formaram familias ,aqui os roques são considerados um povo muito doido,maluco etc etc,pela historia eu vejo que essa coragem extrema que pra muitos é loucura é a marca registrada da família roque.há 3 meses que minha mãe faleceu,ela tinha um orgulho imenso desse nome.

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  17. Meu nome e Ronaldo Roque como sou do nordeste e tenho o sobrenome "Roque" acho que sou um parente bem distante

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  18. Boa noite meu nome e Andreia Cristina Roque meu avo se chamava Antônio Roque meu pai Antônio Roque Filho eles são de sapucaia do norte.perto de espírito santo MG

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