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domingo, 13 de setembro de 2009

OS PARTIDOS POLÍTICOS NO IMPÉRIO



* Prof. Valdeci Ribeiro
Com certeza, qualquer brasileiro que se interesse por política já ouviu ou leu alguma avaliação pouco abonadora sobre os partidos politicos aqui existentes. É comum dizer-se que no Brasil eles não funcionam, não atuam na política do dia-a-dia, não olham para a sociedade e suas necessidades mais urgentes. E que seus integrantes, como deputados e senadores, representam a sim mesmos, pois olham somente para os próprios interesses e ignoram os programas e as ideologias das usas próprias organizações políticas. Numa linguagem bem a gosto do torcedor de futebol, comenta-se que os deputados e senadores, a toda hora, vestem qualquer camisa, não importando o clube, desde que polpudos ganhos estejam garantidos no fim de tudo.

A quem interessa que os partidos políticos sejam assim, fracos na representação da sociedade, sem definição política e ideológica? Por que esse problema que vem do período imperial permance nos dias atuais?
No Brasil a nossa história foi se fazendo com mluitas diferenças em relação à europeia, ou à americana. O capitalismo tardio e a sociedade escravocrata ou excludente fizeram da vida política um espaço de atuação para poucos e que dispensa a participação das classes médias no poder político.

No Império, já no final do Primeiro Reinado(1827), e inico da Regência, surgem os liberais dominantes, que o formam o Partido Moderado(chimango), em oposição aos extremados, os liberais exaltados e os restauradores(caramurus). No período da Regêçncia do Padre Feijó, divergências no seio do Partido Moderdo abrem caminho para o surgimento dos "regressistas" e dos "progressistas", que formarão a base dos futuros conservadores e liberais.

As idéias, os valores, os interesses, a visão de mundo dos setores dominantes, mal se diferenciavam, não justificavam bem caminhos tão distintos entre seus partidos politicos. Liberais e Conservadores eram partidos politicos que se originavam do mesmo meio social, da mesma propriedade latifundiária e escravista.As diferenças apareciam em época de crise, e tinham sempre um conteúdo regional.

Sem entrar no mérito dessa discussão, o que se percebe, ao se levantar a questão dos partidos políticos perante uma sociedade que sempre teve que contar com o Estado para a construção de sua vida material e opções políticas dominantes, é a existêçncia concreta de exíguos espaços para uma democracia social.

* Leciona Sociologia no JBC


Um comentário:

  1. haha nao sei o que eh isso deve ter a maior bobageira eu quero fazer um trabalho de historia e nao consigo...

    pq? eis a pergunta ...
    resposta; pq ficam fazendo esses comentarios idiotas ....


    bye baby... forever love... HAHAHA nem tanto mais adeus nuncammais vou entrar nesse site boboca

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