terça-feira, 25 de outubro de 2011

COMPÓRTAMENTO ÉTICO


O comportamento ético no momento em que o mundo passa por grandes mudanças. As empresas se reformam e se transformam para sobreviver a essas mudanças e atender melhor seu consumidor. Assim, hoje, para um sucesso continuado, o desafio maior das empresas é ter uma ética interna que oriente suas decisões e permeie as relações entre as pessoas que delas participam e, ao mesmo tempo, um comportamento ético inequivocadamente reconhecido pela comunidade. Se a empresa, como espaço social, produz e reproduz esses valores, ela se torna importante em qualquer processo de mudança de perspectiva das pessoas; tanto das que nela convivem e participam quanto daquelas com as quais essas pessoas se relacionam. Assim, quanto mais empresas tenham preocupações éticas mais a sociedade na qual essas empresas estejam inseridas tenderão a melhorar no sentido de constituir um espaço agradável onde as pessoas vivam realizadas, seguras e felizes.



Para o professor da USP, Robert Henry Srour, ser ético nada mais é do que agir direito, proceder bem, sem prejudicar os outros. É ser altruísta, é estar tranqüilo com a consciência pessoal. É, também, agir de acordo com os valores morais de uma determinada sociedade. Essas regras morais são resultado da própria cultura de uma comunidade. Elas variam de acordo com o tempo e sua localização no mapa. A regra ética é uma questão de atitude, de escolha.


Além de ser individual, qualquer decisão ética tem por trás um conjunto de valores fundamentais. Muitas dessas virtudes nasceram no mundo antigo e continuam válidas até hoje. Eis algumas das principais; conforme ARRUDA (2002):
a) Ser honesto em qualquer situação: a honestidade é a primeira virtude da vida nos negócios, afinal, a credibilidade é resultado de uma relação franca.
b) Ter coragem para assumir as decisões: mesmo que seja preciso ir contra a opinião da maioria.
c) Ser tolerante e flexível: muitas idéias aparentemente absurdas podem ser a solução para um problema. Mas para descobrir isso é preciso ouvir as pessoas
ou avaliar a situação sem julgá-las antes.
d) Ser íntegro: significa agir de acordo com os seus princípios, mesmo nos momentos mais críticos.
e) Ser humilde: só assim se consegue ouvir o que os outros têm a dizer e reconhecer que o sucesso individual é resultado do trabalho da equipe.


Prof. Valdeci Ribeiro, leciona em Porto Velho-RO

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

ALGUNS COMPORTAMENTOS QUE PREJUDICAM A CARREIRA






Não são raros os casos de profissionais que investem quase que a vida toda na aquisição de novos títulos que teoricamente ajudariam a alavancar a ascensão na carreira. No entanto, o que se percebe é que todo o esforço parece ter sido em vão e outros colegas de trabalho, que não possuem tantas especializações até já receberam propostas para gerenciar equipes na própria empresa e convites até mesmo da concorrência. Mas, o que ocorre? A resposta pode estar não no campo técnico, mas na área comportamental do indivíduo. Selecionei algumas atitudes que podem prejudicar a carreira de muitas pessoas, que sem perceberem comprometem o próprio futuro profissional no dia a dia da empresa em que atuam.
1 - Quando se deparam com o fato de passarem por um processo de avaliação de desempenho, muitos profissionais sentem-se ofendidos e não veem nessa ferramenta, a possibilidade de receber um feedback tanto dos seus pontos fortes quanto daqueles que precisam ser trabalhados. Resultado: deixam uma rica oportunidade de desenvolvimento passar por suas mãos ou, pior ainda, imaginam que a sua avaliação é apenas uma desculpa para que ele seja desligado da organização.
2 - "Eu falei e ponto final". Quantas pessoas, nesse exato momento, proferem essa frase sem pensar no efeito que elas trarão às suas carreiras? Hoje, a competência comportamental de se mostrar aberto ao diálogo com os demais colegas de trabalho, não importa a função que se exerça, é considerada um diferencial significativo para um mercado altamente competitivo. Se alguém não está disposto a escutar os demais que estão ao seu lado, reduz significativamente as chances de também ser ouvido por outros. Isso, por sua vez, cria um isolamento, uma espécie de quarentena que envolve a pessoa e a deixa alheia ao que acontece ao seu redor.
3 - "O quê? Agora que você conseguiu entender esse procedimento? Eu já sei como tudo funciona e os outros sempre devem me procurar, porque estou certo nas minhas decisões e não erro nunca". Infelizmente, ainda há profissionais que carregam consigo essa mentalidade e arrogância de serem os melhores. Ninguém é suficientemente "intocável" e detentor de todo conhecimento, mesmo que já atue em uma função por anos.
4 - Para quem apresenta um comportamento como o citado acima, é sinal de que dificilmente essa pessoa estará apta para o desenvolvimento e quando isso ocorre, é porque o "sinal vermelho" foi dado faz tempo. Sair da zona de conforto, não representa valor algum para esse tipo de profissional. Afinal é mais cômodo ficar onde está, porque dá menos trabalho e "em time que ganha, não se mexe". Quantos profissionais já amargaram os resultados dessa "premissa" ultrapassada?
5 - O novo sempre gera receio para qualquer indivíduo, isso é muito mais comum do que se imagina. Quem, por acaso, gostaria de pular um muro alto sem saber o que o aguarda do outro lado? Uma pessoa de bom senso, no mínimo, tentaria dar uma "olhadinha básica" para não se dar mal. Diante de tanta velocidade no universo globalizado, não dá para ficar parado e esperar que isso passe despercebido e sem consequências para o futuro de uma carreira. Dizer não às mudanças é o mesmo que pisar em um campo cheio de pregos, com os olhos vendados.
6 - "O conhecimento que adquiri é apenas meu e não vou compartilhá-lo com quem quer que seja". Imagine uma pessoa que se acha detentor do conhecimento e que em momento algum passa pela mente que um dia precisará consultar ou pedir ajuda a algum dos seus pares. Existe uma significativa probabilidade de que esse profissional não consiga apoio dos colegas, uma vez que ele "sabe de tudo".
7 - Se uma equipe alcança êxito em uma atividade, há quem possa querer ganhar os "louros" apenas para si, pois sem sua presença logicamente os resultados não teriam sido alcançados. Todos que formam uma equipe contribuem de alguma forma para a obtenção do êxito. Acreditar que tudo funciona ao seu redor, é característica explícita de uma pessoa egocêntrica e que devido ao seu autoestrelismo, acaba por apagar o próprio brilho. Lembre-se: o espírito de equipe é uma das competências comportamentais mais valorizadas por empresas competitivas e que oferecem ótimas chances de ascensão.
8 - Não existe problema algum em querer galgar degraus mais altos no campo organizacional. No entanto, há pessoas que extrapolam os limites do bom senso e acreditam que "pisando nos colegas", o sucesso chegará mais fácil. É bom lembrar que todos os dias, as atitudes fazem a nossa marca não apenas junto ao colega que senta ao nosso lado, mas também a toda empresa. E como a facilidade de troca de informações, a imagem do profissional propaga-se mesmo que ele próprio pense que determinados fatos ficarão restritos a quatro paredes. Hoje o network, as redes de relacionamento também costumam ser fontes de pesquisas para saber qual a reputação que o profissional construiu no mercado.
9 - "Todos querem tomar meu lugar e não posso confiar nem na moça que serve o cafezinho". Quando um profissional chega a esse estágio, existem três alternativas: ou ele procura uma nova colocação no mercado; torna-se foco de conflitos que comprometem o clima organizacional ou, ainda, é um candidato a ter um enfarto ou a provocar um ataque cardíaco no colega ao lado. Caso a pessoa sinta-se perseguida no ambiente de trabalho, é preciso que tenha a atitude de conversar com seu gestor ou o final pode gerar sérios problemas tanto individuais quanto para a coletividade.
10 - "Não sei de deveria contar, mas fiquei sabendo de uma novidade!!!". Há pessoas que além de estimularem a circulação de boatos dentro da equipe, não perde a oportunidade de acrescentar uma exagerada dose de dramaticidade. Quem usa o seu tempo para "observar" o colega, esquece que os ponteiros do relógio não param e que a sua própria vida também passa rapidamente e com ela, boas oportunidades que não mais baterão à porta.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

DILMA E A DITADURA MILITAR




De guerrilheira na década de 1970 a participante da administração pública em diferentes governos, Dilma Rousseff tornou-se uma figura pragmática, de importância central no governo Lula, e agora Presidente do Brasil.

A primeira mulher a discursar na abertura de uma reunião com os politicos mais influentes do mundo.


Vida bandida

Expulsa da Faculdade de Economia de Belo Horizonte por motivos políticos, passou à clandestinidade, adotando inúmeros codinomes. Dentre outras ações, Dilma ajudou a planejar o assalto à casa da amante do ex-governador de São Paulo, Adhemar de Barros, na qual se escondia um cofre pertencente ao político. A ação ocorreu em 18 de julho de 1969, no Rio de Janeiro, e rendeu à guerrilha US$ 2,4 milhões.

Dilma Rousseff ainda organizou três ações de roubo de armas no Rio de Janeiro, sempre em unidades do Exército. Presa em 16 de janeiro de 1970, o promotor militar responsável pela acusação a qualificou de "papisa da subversão". Depois de três anos na prisão, sofrendo bárbaras torturas, Dilma foi libertada e mudou-se para Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, onde concluiu o curso de Economia na Universidade Federal, em 1986.


Mas, seria tudo isso verdade nesse documento feitos por quem se achavam os donos do poder, na verdade os militares pintaram e bordaram na história da república brasileira.

Golpes, Atos Institucionais, torturas, censuras, e todos os tipos de perseguição para quem queria liberdade de expressão e abertura politica (democrátrica).



Prof. Valdeci Ribeiro, leciona História Geral e Rondônia, na Escola João Bento da Costa e no Instituto Maria Auxiliadora, em Porto Velho.



CUIDADO PRA NÃO MACHUCAR-SE




É triste falhar na vida: porém, mais triste ainda é não tentar vencer.


Roosevelt


Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneirochega em casa todo orgulhoso e chama a sua esposapara ver o lindo caminhão que compraradepois de longos e árduos 20 anos de trabalho.Era o primeiro que conseguia comprar depois de tantos anos de sufoco e estrada.


A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.Ao chegar à porta de casa, encontra seu filhinho de seis anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão. Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, completamente fora de si, martela impiedosamente as mãos do garoto, que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.A mulher do caminhoneiro corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer.


Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido à realidade, e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.


Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.Porém, o menino era forte e resistia bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto.Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai:-Papai, me desculpe.


Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância. Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele e que a lataria do caminhão não tinha estragado.Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:- Quer dizer que não está mais bravo comigo?- É claro que não! – respondeu o pai.Ao que o menino pergunta:- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos “sarar” a ferida que deixamos.


Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes,a fim de evitar que os danos seja irreversíveis.Não há nada pior que o arrependimento e a culpa.Pense nisto!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O NOBEL DA EDUCAÇÃO

Quem sabe um dia os educadores possam fazer jus ao prêmio?


Existe o prêmio Nobel da Química, o Nobel da Física. Tembém temos o da Literatura e o da Economia. Por que não existe um Nobel da Educação?


Será do fato de no ato de educar não existir um saber específico?


Será porque a Educação deixou de ser factor de desenvolvimento?


A prática da maior parte das escolas terá alguma coisa a ver com isso?


Quase todas as pesquisas incidem em escolas onde nada se cria e tudo se copia, produzindo conclusões em circuito fechado. Os pesquisadores adotam um "léxico" velho de séculos, jogam com conceitos absoletos, reinventam terminoloogias e nomenclaturas, reescrevem literatura de ficção cientifica: o fosso entre a teroria e a prática mantém-se, ou aprofunda-se.


Talvez lá ´para 2050, na Idade da Educação (e tal como Saramago), educadores possam fazer jus à distinção de um Nobel . Quem sabe?




José Pacheco (Educador e escritor, ex diretor da Escola da Ponte, em Vila das Aves (Portugal).






Prof. Valdeci Ribeiro, leciona na Escola JBC e no IMA em Porto Velho.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

RESULTADO DO 3º SIMULADO - JBC






* Valdeci Ribeiro












RESULTADO DO 3. SIMULADO DA ESCOLA JOÃO BENTO DA COSTA, POSTAREI AQUI OS QUARENTA PRIMEIROS COLOCADOS, NUM TOTAL DE MAIS DE 560 INSCRITOS (resultado geral- manhã e tarde):








1º Bianka Miorelli Manhã T7 72 PONTOS

2º Rafael Paulino Vesp. T15 70

3º Daniele dos Santos Vesp. T17 65

4º Itan Alan Vesp. T14 65

5º Thiago Albino Vesp. T18 64

6º Italo Moiá Simão Manhã T7 63

7.Marcos Alexandre Vesp. T19 62

8º Nayla Maria Vesp. T13 59

Lucas Diego Manhã T5 59

10ºDemetrio Macedo Vesp. T17 58

11º Shirley Cristina Vesp. T16 57

Raquel Mascarenhas Vesp. T18 57

13º Amanda Freitas Manhã T6 56

Lídia Juliana Vesp. T13 56

André Soares Vesp. T14 56

16º Matheus Leoncio Vesp. T10 55

Baarbara de Lara Vesp. T16 55

Leandro Lima Manhã T1 55

Raissa Stephanne Manhã T5 55

Haniely Sonja Manhã T9 55




quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A CULPA É DO PROFESSOR




"Os pais sempre acham que a escola dos seus filhos é melhor do que elas verdadeiramente são"




*Valdeci Ribeiro







Em um Blog Politico aqui no Estado de Rondônia , vi que seu editor achou o culpado pelo baixo desempenho no ENEM das Escolas Públicas do nosso Estado. De quem é a culpa ? Será dos politicos que não controlam os altos investimentos na educação, das politicas educacionais voltadas para um melhor desempenho e rendimento da aprendizagem.


A politica educacional do atual governo, voltada à inclusão e ao desenvolvimento social, considera a necesseidade de ampliar o acesso a todas as etapas da educação básica e de garantir padrões de qualidade social ao ensino público brasileiro.


Infelizmente esses padrões de qualidade não ficam bem claros quando o assunto é investimento no profissional da educação. O professor ainda tem sua importância na sala de aula, e funciona como ferramenta essencial no desenvolvimento do processo aprendizagem.


O Brasil no entanto ainda não acordou ou não quer acordar,porque qualquer um sabe que o ápice da educação nos estados vai ser alcançado com a valorização do professor.


E isso não é balela, nem papo de sindicalista, porque é somente analisar a questão da Inglaterra que tinha na figura do professor num ranking das profissões mais desejadas pelos jovens: a de professor ficava na 95ª posição. Com a "valorização" digo em melhorias salariais e treinamentos para os mestres, a profissão hoje, pulou da 95ª para o 5º lugar entre as profissões mais desejadas na Inglaterra.


É a questão do status social, nos dias atuais as pessoas buscam por profissões que lhe darão status na sociedade. Se os politicos brasileiros acordarem verão, que poderíamos dar um salto grandioso na questão da qualidade, na produção de conhecimentos, no aumento de cientistas para o desenvolvimento de novas tecnologias.


O que vemos na verdade na maioria das escolas é o total abandono tanto por parte do poder publico, quanto dos pais que acreditam que o unico responsável pela educação dos jovens: é a escola. Na maioria das reuniões de pais, são contados os gatos pingados que aparecem para saber o verdadeiro histórico dos filhos. Falo histórico num sentido mais amplo, das notas, do comportamento e da frequencia.


Mas, para que se preocupar familia e estado com essa situação, se já escolhemos nosso bode expiatório, para jogarmos todas as nossas culpas e fracassos. Está encerrada a sessão: PROFESSOR CULPADO!!!!!



* Leciona História Geral e Regional, Sociologia e Filosofia em Porto Velho.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

UMA EQUIPE DE VERDADE

10 indicadores de uma equipe de valor

Por Patrícia Bispo para o RH.com.br

Infelizmente, há ainda quem conceba a ideia de que um grupo de funcionários reunidos em uma mesma sala ou setor é sinônimo de que a empresa conta com um time. No primeiro caso, as pessoas estão apenas agrupadas, próximas em virtude de um espaço físico e delimitado, para que realizem suas atividades laborais. No outro, uma equipe ou time evidencia-se pela presença da união, da sintonia, da camaradagem e, por sua vez, seus membros não necessitam estar perto fisicamente para que seja evidenciado o chamado espírito de equipe. Confira abaixo alguns indicadores de que um verdadeiro time.


1 - O clima organizacional é visivelmente saudável e não precisa ser monitorado a todo o momento pelo gestor, como se uma "bomba relógio" estivesse prestes a explodir.

2 - No dia a dia corporativo o estresse sempre estará presente. No entanto, quando uma equipe de valor forma-se, os fatores estressantes diminuem e perdem forma, uma vez que como cada uma faz parte do "todo" os momentos mais tensos são compartilhados e a ajuda sempre aparece para que os desafios sejam superados.

3 - Respeito à diversidade. Em uma equipe não existe espaço para preconceitos em relação a sexo, cor, raça, religião, idade ou qualquer outra característica dos seus membros. O que conta é o profissional que está na empresa para somar, agregar valor não apenas ao negócio, mas também aos colegas de trabalho.

4 - Consideração à personalidade de cada indivíduo. No ambiente organizacional cada indivíduo deve mostrar profissionalismo, no entanto isso não significa que ele tenha que reprimir sua personalidade. Enquanto há aqueles que gostam, por exemplo, de conversar durante o almoço, existem outras pessoas que optam por fazer sua refeição lendo um bom livro.

5 - A oportunidade para apresentar ideias, sugestões sem receio de ser criticado pela liderança ou demais colegas, é realidade na rotina de uma equipe. Quando um time se forma, as pessoas não se sentem podadas e tampouco têm receio de apresentarem suas contribuições.

6 - Acesso ao gestor quando qualquer colaborador sentir a necessidade de conversar sobre o desempenho pessoal ou coletivo é outra característica evidenciada no dia a dia de uma equipe. É bom ressaltar que muitas vezes, um profissional deixa de agregar valor e se isola, porque lhe falta oportunidade de receber um feedback. Mesmo que todos o considerem um talento, todo colaborador precisa saber se está ou não atendendo as expectativas da organização. Isso permitirá que seu desenvolvimento ocorra de forma planejada.

7 - Em uma equipe a liderança não é vista como uma personagem intocável ou merecedora de medo. O líder conquista o respeito e nunca tenta impô-lo aos liderados. Vale aqui uma ressalva: quem deseja ser líder também deve estar pronto a receber feedback da própria equipe, pois são os liderados que convivem com ele diariamente e poderão ajudá-lo a desenvolver ou aprimorar, principalmente, competências comportamentais.

8 - Se um colega apresenta dificuldades em alguma determinada atividade, existe a presença do espírito de camaradagem e a troca de ideias, de informações entre os profissionais ocorre naturalmente, tornando a assimilação muito mais fácil e agradável.

9 - Compartilhamento de conhecimento entre as pessoas é uma constante. Aqui, diga-se de passagem, não apenas as informações que são encontradas em livros, sites ou revistas especializadas, mas também o conhecimento que cada pessoa adquire a partir das suas experiências de vida.

10 - Numa equipe existe a consciência de que a conquista é sempre coletiva, pois todos os profissionais estão interligados em suas atividades. Todos são importantes para a sobrevivência da empresa, desde a moça que serve o cafezinho até o diretor que toma as decisões estratégicas.

www.rh.com.br

Palavras-chave: | equipe | produtividade |

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

PORNOCRACIA

O PIOR PAPA DA HISTÓRIA
O Cisma Papal

]40 anos (1377-1417) durante os quais houve, simultaneamente, dois papas, um em Roma e outro em Avinhão, cada qual a se dizer "vigário de Cristo" e a proferir anátemas e maldições um ao outro.Urbano VI, 1378-89, sob o qual a sede pontifícia foi restabeleci da em Roma. Bonifácio IX, 1389-1404. Inocêncio VII, 1404-6. Gregório XII, 1 406-9 Alexandre V, 1409-10. . João XXIII, 1410-15, chamado, por alguns, o mais depravado criminoso que já se sentou no trono papal; réu de quase todos os crimes; quando era cardeal, em Bolonha, duzentas jovens, freiras e senhoras casadas caíram vítimas de seus galanteios; como papa, violou freiras e donzelas, viveu em adultério com a mulher de seu irmão; foi réu de sodomia e outros vícios inomináveis; comprou o cargo pontifício; vendeu cardinalatos a filhos de famílias ricas; negou, abertamente, a vida futura. Martinho V, 1417-31, com quem foi sanado o cisma papal, mas este foi considerado na Europa um escândalo, levando o papado a sofrer irreparável perda de prestígio. Eugênio IV, 1431-47.

*AVINHÃO:Avinhão (em francês Avignon) é uma cidade do sul de França que durante vários anos foi a residência dos Papas da Igreja Católica. Está situada na margem esquerda do rio Ródano, no departamento de Vaucluse, a cerca de 650 km a sudeste de Paris e a 80 km a noroeste de Marselha. Têm cerca de 95 000 habitantes.

Prof. Valdeci Ribeiro leciona História em Porto Velho.


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL






Na década de 1970, a crise do petróleo fez com que emergisse para o mundo algo que já vinha sendo gerado no decorrer do século XX, a 3ª Revolução Industrial, também chamada de Revolução tecnocientífica informacional.



Esta por sua vez correspondia aos avanços tecnológicos em especial da informação e dos transportes, representado por invenções como por exemplo Internet, e os aviões supersônicos. Os avanços nesses setores tornaram o mundo menor, encurtaram as distâncias e em alguns casos aniquilaram o espaço em relação ao tempo, como o que vemos com a telefonia, dentre tantos outros exemplos.



Tudo isso gerou e tem gerado transformações colossais no espaço geográfico mundial, as indústrias buscam a inovação, investem em novas tecnologias, em especial naquelas que poupem mão de obra como a robótica, o desemprego estrutural se expande. Antigas regiões industriais entram em decadência com o processo de desconcentração industrial, surgem novas regiões industriais. Surge a fábrica global, que se constitui na estratégia utilizada pelas grandes empresas internacionais de produzir se utilizando das vantagens comparativas que oferecem os variados países do mundo.



A terceirização, também torna-se algo comum, como o que ocorre com empresas de calçados como a NIKE, que não tem um único operário em linhas de produção, pois não produz apenas compra de empresas menores.Fruto também da revolução tecnocientífica informacional, surgem os chamados Técnopolos, locais, que podem ser cidades ou até mesmo bairros onde se instalam empresas de alta tecnologia como uma Microsoft, em geral associadas a instituições de pesquisa como universidades.



É o caso do Vale do Silício nos EUA, Tsukuba no Japão, e cidades como Campinas e São Carlos no Brasil.



AS MULTINACIONAIS OU TRANSNACIONAIS






A partir do final do século XlX, começam a surgir os primeiros trustes (modalidade de concentração e centralização do capital), os quais dão origem a empresas multinacionais, que correspondem aquelas que se expandem para além das fronteiras onde surgiram, algumas tornando-se verdadeiras empresas globais, como é o caso da Coca-cola.



A grande arrancada das multinacionais em direção dos países subdesenvolvidos se deu a partir do pós 2ª Guerra mundial, quando várias empresas dos EUA, Europa e Japão, passaram a se aproveitar das vantagens locacionais oferecidas por esses países.Hoje a presença de multinacionais já faz parte do cotidiano de milhões de pessoas no mundo todo, elas comandam os fluxos internacionais, e em alguns casos chegam a administrar receitas muito superiores a de vários países do mundo.As maiores multinacionais do mundo são dos EUA, seguidas de japonesas e européias.



Empresas desse tipo surgidas em países do mundo subdesenvolvido ainda são poucas, e não tão poderosas como dos primeiros.No Brasil, a chegada delas se deu, principalmente a partir do governo de JK, que abriu a economia nacional ao capital internacional proporcionando grande internacionalização da economia, por outro lado também beneficiou multinacionais como por exemplo na opção pela via rodoviarista de transportes para o Brasil, que naquele momento atraiu várias multinacionais produtoras de automóveis, mas que condenou os brasileiros a pagarem os custos mais elevados desse tipo de transporte.



Hoje a presença delas no Brasil é muito intensa e numerosa, elas sendo responsáveis por grande parte da drenagem de capitais que saem do país através das remessas de lucros.






MODELOS PRODUTIVOS( Da Segunda revolução industrial à revolução Técnico-científica).






TAYLORISMO-



- Separação do trabalho por tarefas e níveis hierárquicos.



- Racionalização da produção.-



- Controle do tempo.



- Estabelecimento de níveis mínimos de produtividade.






FORDISMO-



Produção e consumo em massa.



Extrema especialização do trabalho.



Rígida padronização da produção.






PÓS-FORDISMO-



Estratégias de produção e consumo em escala planetária.



Valorização da pesquisa científica.



Desenvolvimento de novas tecnologias.



Flexibilização dos contratos de trabalho.









Prof. Valdeci Ribeiro, leciona História Geral e Regional em Porto Velho.