quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

CAOS - editado no RECANTO DAS LETRAS













CAOS
Suportaria tudo e todos,
falta concentração,
Um caos no cerebelo,
pensamentos desorganizados,
Desejos insanos,
mente poluida por imagens,
Momentos tristes e alegres,
mero acaso do destino,
Procuro algo,
Não encontro, talvez
Já estou perdido,
Vagando por um caminho,
Sei lá onde estou indo,
Me perco,
Vou ao encontro de pessoas
Interações imundas,
Individualistas ao extremo,
Mundo louco, pessoas pateticas
Ganham e gastam tudo,
Tudo que é tão pouco,
Pouco que talvez seja muito,
Muitos tentaram se encontrar,
Perdidos ficaram mais ainda,
Sem rumo e alvo nenhum,
Para onde caminhamos?
Para o Caos,
Qual seria o caminho, sei lá
vou assim mesmo.

Prof Valdeci
Publicado no Recanto das Letras em 24/06/2009
Código do texto: T1664329

FABRICA DE DIPLOMAS



Nunca vivemos um clima tão intenso de concorrência como estamos presenciando nos últimos anos, cada vez mais multiplicam-se o número de faculdades e escolas técnicas por esse Brasil afora.
São números relativamente pequenos se compararmos com países europeus ou norte-americanos, contudo a chamada corrida para entrar no grupo dos países desenvolvidos, faz do nosso país uma fábrica de diplomas de nível superior, que muitas vezes tem que ser questionado quanto a qualidade oferecida em algumas instituições. O nível de satisfação desses empresários é tão grande que a cada dia, salas e salas são construidas da noite para o dia, é a busca pela "cultura" é o despertar do "conhecimento".
Assim, milhares de jovens depois de muito empenho e luta, conseguem então o seu tão sonhado "canudo" e muitos deles não sabem, ou fingem que não sabem, que a grande batalha estar só no ínicio. É uma batalha cinematografica em prol do tão sonhado primeiro emprego(diga-se de passagem com nível superior, e a fábrica de diplomas jogam no mercado de trabalho jovens que na maioria das vezes frustam-se, por não conseguirem trabalhar na sua área de atuação, muitos deles fazem bicos ou continuam em seu antigo emprego.
Para uns a luz no fim do túnel são os concursos públicos, que na verdade abrem poucas vagas e arrecadam milhões à custa dos sonhos de pessoas que investiram fortunas, se levarmos em conta o nível de vida e a classe social de muitos.
Na verdade muitas das faculdades que funcionam dentro do nosso país não tem as mínimas condições de funcionamento, tanto em relação aos seus recursos físico, material e humano. Mas, precisamos melhorar nossa posição frente as grandes potencias, quanto mais pessoas com diploma na mão, melhor para nossos índices de desenvolvimento escolar. Entretanto os jovens brasileiros principalmente da rede pública, saem do ensino médio(em sua maioria) sem as mínimas condições de concorrer aos cargos públicos oferecidos pelas instituições e grandes empresas brasileiras, e as vagas quase sempre são preenchidas por pessoas oriundas de escolas particulares, isso se falarmos nos altos escalões corporativos, cabe aos filhos de pobres que estudaram em escolas públicas conformarem-se com empregos subalternos.

Prof Valdeci
Publicado no Recanto das Letras em 22/06/2009
Código do texto: T1662468<

domingo, 10 de janeiro de 2010

CONVIVÊNCIA COM A DIVERSIDADE

Levi-Strauss


Estamos em férias e nada melhor do que repensar nossos valores enquanto educadores e até mesmo como pais. A sociedade muda numa velocidade nunca vista antes, as informações são jogadas a todo momento através da mídia e os jovens assimilam com tanta verocidade que fica difícil um professor se apegar simplesmente a uma apostila ou mesmo um livro sem valorizar as informações colhidas pelos jovens e adolescentes no dia a dia.

O que pensar sobre os jovens dessa geração?

Tantos modimos, modernidade e modificações no seu comportamento. é natural?

O pensamento e as constatações de Levi-Strauss reforçam o fato de que as diferenças culturais são as mais diversas e peculiares, porém, os dilemas existencias do ser humano são os mesmos. Tanto para um esquimó, um pgimeu, um empresário ou um operário, as aspirações por felicidade e os sentimentos de carinho, afeto, medo e coragem são iguais, o que mudam são os mitos e os ritos, comportamentos e maneiras de manifestá-los.

Por esta perspectiva, ele ressaltou que todo significado produzido dentro de uma cultura é fruto das inter-relações humanas que faz com que a realidade social seja construida por um conjunto extraordinariamente multidifersificado de relações.

Principio básico da democracia, a convivência das diversidades é um dos principais obstaculos para a construção das realidades sociais, politicas, economicas e empresariais mais justas e harmoniosas.

Infelizmente na sociedade a competição predatória predomina em detrimento da cooperação a ao fortalecimento do vínculo de relacionamento humano.

Precisamos ensinar e reforçar às nossas crianças, jovens e adolescentes que para uma convivência harmoniosa na sociedade é preciso respeitar as diversidades religiosas, sociais, culturais, politicas e sexuais. só assim conseguiremos diminuir as desigualdades e os preconceitos existenciais.


Prof. Valdeci Ribeiro, Porto Velho-RO

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

O ABANDONO DAS ESCOLAS PÚBLICAS


No ano que passou algumas de nossas turmas de ensino médio, produziram vários documentários sobre a realidade de nossas escolas, digo a Escola Pública, no Estado de Rondônia. O que se pode notar e se podemos generalizar não precisamos de nenhum técnico ambiental ou algum agente de saúde pública para nos dizer que estamos vivendo num ambiente insalubre e abandonado pelo Poder Público.
Alguns desses documentários já foram alvos de desacordo entre professores e de piadas entre alguns colegas, que não satisfeito com nosso trabalho tentam de alguma maneira denegrir nossa imagem como professor que estamos de "SOCIOLOGIA" e agora nesse momento não acredito que conscientização seja a solução ideal para um problema cronico que vem se arrastando por muitos anos.
Assim mesmo alguns assessores parlamentares sentiram um cheiro (não sei de que) que esses documentários possam servir num futuro bem próximo tendo em vista a chegada das eleições 2010, e já barganharam comigo para adquirir uma cópia de alguns documentários.
E você até agora fica me perguntando: que diabos têm nessas gravações?
Produzidos pelos próprios alunos, mostram a realidade por exemplo da Escola João Bento da Costa, em Porto Velho, que é a menina dos olhos do Governo Estadual, como exemplo de escola pública. PAGUEM PRA VER.......
Portanto vou seguindo e pensando qual será na verdade o verdadeiro destino desses documentários, será que eles servirão pelo menos pra ganharmos alguma reforma em nossas escolas? Pois convivemos com promessas que tirarão os Ar-Condicionados!!!! e que a culpa da sujeira na escola é dos próprios alunos.
Quem viver verá!!!!!!!!!!!
Prof. Valdeci Ribeiro

domingo, 3 de janeiro de 2010

PROFESSORES CUIDADO COM O BORIS

Nas comemorações de fim de ano em rede nacional assistimos a uma das maiores vergonha que um brasileiro poderia ter visto e ouvido, um âncora de um dos jornais com grande credibilidade no país, mostrou preconceituoso em relação as classes desprevilegiadas de nossa sociedade.
Num País corrupto que nem o nosso, onde os desmandos e as desigualdades sociais são gritantes e vale mais um "ladrão" rico do que um honesto pobre. Desvalorizar qualquer classe de trabalhadores, não é tão somente uma piada de mal gosto, como uma ação antiética e imoral.
Precisamos urgentemente enquanto classe de trabalhadores em educação nos mobilizarmos em prol de melhorarmos nossos salarios se não corremos o risco de sermos ridicularizados em rede nacional por qualquer outro jornalista que tenha sido formado na mesma faculdade do Sr.BORIS CASOY.
A sociedade precisa ACORDAR e acreditar que é somente pela educação que faremos com que nossos filhos tenham um futuro melhor. E é através da ESCOLA que nossas crianças e adolescentes aprenderão o verdadeiro sentido de vivermos harmoniosamente em sociedade, respeitando as diferenças e diante das indiferenças sermos tolerantes.
No entanto o que eu não quero mais ouvir em minha casa é o bordão: "ISSO É UMA VERGONHA", porque já não acreditamos no criador desta maxima!!!!! Trabalhadores em educação UNI-VOS!!!!!! e cuidado com o BORYS!!!
Prof. Valdeci Ribeiro, leciona em Porto Velho-RO

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

DIGA NÃO AOS CORRUPTOS EM 2010

Mais um ano político se aproxima e nos deixa preocupado, pois aquele ditado que "brasileiro tem memória curta" parece tão proximo da realidade, quanto o nosso próprio nariz. Ou então a maioria não enxerga mesmo um palpo a frente do mesmo!!!
De qualquer forma é bom sempre alguém lembrar o nome dos politiqueiros e politicalhas que sucatearam as "Assembleias Legislativas" pelo Brasil afora. Em Rondônia não foi diferente, SANGUESSUGAS e verdadeiras gangues montadas em esquemas milionários que desviam em montantes que pobre nenhum teria saliva pra contar, nem vida para ganhar!!!
Quem ainda lembra o nome dos POLITICALHAS que desviaram milhões da Assembleia Legislativa de Rondônia? E esses miseráveis ainda querem voltar ao cenário politico nesse ano que se aproxima!
E essa desculpa de que ele rouba mais faz! é coisa pra ANALFABETO sair repetindo por ai,(na verdade estamos cheios de pessoas com certificados na mão e são considerados analfabetos funcionais) e acreditam que o politico "BOM" é aquele que desvia dinheiro mais mantém fundações e associações pelo nosso Brasil.
Vamos dar um basta nessas falcatruas!!!! DIGA NÃO! aos politicos profissionais!!!!
Diga não aos politicos que roubaram dinheiro público!!!!! DIGA NÃO!!! aos politicos que compram votos!!!!!! ACREDITE!!!!!! Você é a mudança!!!!!!
Quem sabe no proxímo texto eu coloque o nome desses safados!!!!!

sábado, 26 de dezembro de 2009

FELIZ 2010: Deixe que diguem ,que falem, deixe isso prá lá




"DEFENDEREI SEMPRE O DIREITO DE DISCORDAREM DE MIM"



É galera mais um ano que se vai...quantas coisas poderiamos ter feito e até por caracteristicas culturais sempre deixamos pra depois. Assim mesmo, temos a certeza de que esse ano de 2009 temos e teremos muito que agradecer à Deus por nossas vidas, pelo nosso trabalho, pelos amigos que fizemos e por outros tantos que se afastaram de nós.
Fazer amigos é tão natural como acordar de manhã a abrir os olhos; sim! compartilhar um bom bate-papo, ouvi-los é tão simples que as vezes nos esqueçemos que vivemos num mundo seletivo onde o "status social" fala mais alto, ou você tem ou não tem. Mas, na rede de amigos, no grupo não existe isso, somos todos iguais, lutando pelos mesmos ideiais.
Não acredites em tudo que ouvires! Há mentiras que sempre serão ditas, e verdades que jamais serão pronunciadas! Sendo assim, muita cautela ao opinar sobre a vida de outra pessoa, como diz um grande amigo meu: "Ninguém chuta cachorro morto".
Talvez este seja o meu último texto em 2009, um Feliz Ano Novo a todos os meus amigos, e aos que não gostam de mim, posso não concordar com com tudo que dizes, mas defenderei até o fim o teu direito de dizê-las.
Amplexos,
FELIZ 2010!!!!!!!!!!!!





terça-feira, 22 de dezembro de 2009

QUANDO A TEORIA ATRAPALHA


Qual a diferença entre rondonienses e nordestinos, brasileiros e bolivianos? Quais as diferenças entre um Psicologos, Psiquiatras e Professores? Temos muitas diferenças culturais na habilidade criativa, na capacidade de organizar as ideias, mas no fringir dos ovos somos todos iguais. Qual a diferença existente entre alguns professores? O carro do ano, o apartamento novo? Ou alguns têem uma capacidade estrondoza de se fazer aparecer?

Muitos não entendem que cada ser humano é especial, até as pessoas mais complicadas tem uma história fascinante para ser vivida e respeitada principalmente pelos colegas de "Classe". Aliás não ter classe as vezes é caracteristicas marcante em pessoas que menosprezam os outros pelo simples fato de sentirem-se mais importante no processo produtivo do que os outros.

Gosto muito da máxima de Abraham Lincoln: "só tem direito de criticar aquele que tem coração para ajudar", se for pra jogar lama nos outros pelo simples fato de se sentir importante é melhor que não façamos, a crítica tem que ser construtiva principallmente no grupo social em que estamos inseridos, mas as pessoas também tem o direito de serem idiotas.

Entretanto para terminar estas poucas linhas mal traçadas, tenho a convicção de que as vezes a "Teoria atrapalha" quando temos um projeto e as pessoas esperam de nós aquilo que ele gostaria de ter tido a idéia primeiro, assim buscam falhas em nossa personalidade e as vezes tentam nos sangrar, nos agredir e até mesmo nos insultar. Porém cito Voltaire para concluir meu soneto: "Posso não concordar com tudo que tú dizes, mas defenderei até o fim o teu direito de dizê-las".


Amplexos,


FELIZ NATAL A TODOS OS MEUS AMIGOS, E "INIMIGOS" TAMBÉM.....

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A ESCOLA E O RESPEITO À CONDIÇÃO HUMANA





A construção do conhecimento não precisa ser amarga, sisuda ou chata. Pode e deve ser alegre, leve e prazerosa, pois é o conhecimento o responsável pela libertação e emancipação humana.


No entanto, a escola só se ocupa de preparar a pessoa para o trabalho, furtando-se ao compromisso de ensinar as coisas boas da vida, como escolher bem e criticamente um filme ou um livro, como apreciar uma obra de arte. Não estimula o prazer de escutar uma música, visitar uma exposição, passear por um parque, em contato com a natureza ou caminhar na praia. A escola não prepara para o ócio.


O primeiro a manifestar-se a favor do ócio como direito dos operários e a única forma de equilíbrio existencial foi o estudante de medicina, artista e político revolucionário cubano, membro ativo da Internacional Socialista na França e Espanha, Paul Lafargue, em 1880. Em seu artigo “O Direito ao Ócio”, publicado no jornal L’Égalité, ele já identificava, na tecnologia, o instrumento de salvação do trabalhador, capaz de livrá-lo da fadiga, e atribuía ao ócio o poder de acabar com as angústias humanas.


Pouco mais de meio século depois, em 1935, o filósofo, matemático e escritor, Bertrand Russell, publicou “O Elogio ao Ócio”, em que afirmava que o ócio é um produto da civilização e da educação, tendo em vista que o tempo vago e sem trabalho sempre fora desconsiderado e que os esforços dos processos educacionais sempre se voltaram para o trabalho.


O sociólogo italiano, Domenico De Masi, autor de “O ócio criativo” (2000), desenvolveu a tese sobre a importância de aprender a viver o ócio. Entende que o tempo livre pode converter-se em violência, em doenças e em preguiça, mas pode transformar-se também em criatividade, arte e liberdade. Para De Masi, o ócio é responsável pelo desenvolvimento e gestação de boas idéias para o indivíduo ser mais feliz e bem sucedido.


Considera ainda que a escola só prepara para o trabalho; no entanto, o tempo que o ser humano destina para este fim é muito menor do que gasta com as outras atividades da vida, incluindo o lazer, e é aí que devemos concentrar nossas potencialidades. Propõe, então, um modelo embasado na comunicação simultânea entre trabalho, estudo e lazer, em que as pessoas aprendem a privilegiar suas necessidades humanas, portanto, complexas, de amar, brincar, conviver, refletir, conversar.


E é por essas razões que se justifica esse momento, que se propõe a refletir sobre Epistemologia e Filosofia em suas múltiplas perspectivas de complexidade e suscitar o diálogo com e na diversidade.


Contribui também para esse diálogo, Edgar Morin, em seu livro “Complexidade e Transdisciplinaridade: a reforma da universidade e do ensino fundamental” (1999), quando afirma que a necessária reforma da universidade é decorrente da reforma do pensamento. Esta precede aquela e compreende o contexto e o complexo numa rede relacional. A reforma institucional surge da problematização que ocorre no seu interior e considera a inseparabilidade do múltiplo e do diverso para a ampliação do nível de consciência do real.


A reforma do pensamento que assegura a mudança de comportamento e a abertura para as novas idéias incorpora uma necessidade social irrefutável: formar cidadãos aptos a enfrentarem os problemas de seu tempo.


Morin coloca a universidade como instituição ao mesmo tempo conservadora, regeneradora e geradora. É conservadora porque integra, memoriza e ritualiza saberes, idéias e valores culturais; regenera, pois rediscute e atualiza saberes e os transmite às novas gerações; é geradora porque cria, elabora e processa os novos saberes que serão herdados sucessivamente.


Desse modo, o ensino superior deixa de ser tão-somente formador de profissionais e técnicos para facilitar ao sujeito revisitar seu destino como cidadão sensível. “(...) Não se trata apenas de modernizar a cultura, mas de culturalizar a modernidade”. (MORIN, 1999, p. 10).


Ao refletir sobre o papel da escola, aponta ainda para uma necessidade histórica igualmente importante, que é o desenvolvimento de uma democracia cognitiva organizada a partir do ressurgimento do ser humano, da natureza, do cosmos e da própria realidade. É uma democracia cognitiva que compreende a ampliação do acesso aos saberes das múltiplas áreas, assim como compreende a diversidade e o pluralismo teórico e sem preconceitos, sem o determinismo da certeza que, na complexidade, é entendida como relativa, efêmera e ilusória.

Prof. Valdeci Ribeiro......


terça-feira, 8 de dezembro de 2009

PRAÇA "JOÃO ROQUE DE LIMA" - a Praça do "DOCA"





Alguns meses atrás fizemos uma pequena pesquisa para levantar "migalhas" da história de uma família que veio para Rondônia na década de 40, um deles o sr. "DOCA", cearense cabra da peste chegou por aqui em meados do ano de 1943. Seu pai Joaquim Roque de Lima e dona Maria Elisa tiveram ao todo 21 filhos, dos quais ainda vivem 08, graças à Deus, todos muito bem.

E para nossa felicidade, aqui em Porto Velho, O Prefeito do Municipio sancionou o Projeto de Lei n; 2.569/2009 de 10 de Setembro de 2009, que diz:

LEI:


ART. -lº Fica denominada Praça JOÃO ROQUE DE LIMA, o logradouro Publico situado na Rua Nova Esperança, entre as Ruas TancredoNeves e Mato Grosso, Bairro Caladinho, Porto Velho-RO.

ART. -2° Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.



Câmara Municipal de Porto Velho-RO, 10 de Setembro de 2009.


PROJETO DE LEI VEREADOR RAMIRO NEGREIROS-PMDB



Amplexos,


Prof. Valdeci Ribeiro